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Oi adia balanços e mantém incerteza sobre resultados

Oi adia balanços e mantém incerteza sobre resultados

Segundo a Oi, o processo de elaboração e revisão das demonstrações financeiras continua em andamento devido a impactos relevantes

A Oi (OIBR3) informou que ainda não concluiu os trabalhos necessários para divulgar suas demonstrações financeiras referentes ao terceiro trimestre de 2025 e ao exercício de 2025. Com isso, os resultados dos dois primeiros trimestres de 2026 também não serão apresentados neste momento, ampliando o atraso na divulgação das informações financeiras da companhia.

Segundo a Oi, o processo de elaboração e revisão das demonstrações financeiras continua em andamento devido a impactos relevantes provocados pelos eventos relacionados ao processo de recuperação judicial, além do estágio atual dos processos competitivos para a venda de ativos já anunciados.

A companhia afirmou que ainda não concluiu as Informações Trimestrais referentes a 30 de setembro de 2025, nem as Demonstrações Financeiras Padronizadas relativas ao exercício encerrado em 31 de dezembro de 2025. A situação também afeta as informações financeiras posteriores: os balanços referentes ao primeiro e ao segundo trimestres de 2026, encerrados em 31 de março e 30 de junho, respectivamente, não serão divulgados por enquanto.

Oi: PwC permanece como auditores

A PricewaterhouseCoopers Auditores Independentes (PwC) permanece como auditora independente da OIBR3 e continua responsável pela condução dos procedimentos de auditoria e revisão das demonstrações financeiras, conforme as regras aplicáveis.

O novo adiamento ocorre em meio ao processo de recuperação judicial da companhia e à execução de operações para alienação de ativos. A ausência dos balanços mantém elevada a incerteza sobre a situação financeira atual da OIBR3 e posterga o acesso dos investidores a informações atualizadas sobre o desempenho e a estrutura de capital da empresa.

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Há dois meses, a empresa havia informado ao mercado que obtera uma decisão favorável no Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro (TJ-RJ), que mantinha temporariamente medidas importantes para a condução de sua reestruturação financeira.

Segundo comunicado da companhia, uma desembargadora da 1ª Câmara de Direito Privado do TJ-RJ decidiu prorrogar a suspensão da exigibilidade das chamadas obrigações extraconcursais e autorizou a continuidade do trabalho do gestor judicial responsável pela liquidação ordenada dos ativos do Grupo Oi.

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