A Cury (CURY3) lucrou R$ 270,5 milhões no segundo trimestre de 2026, alta de 14,3% na comparação anual. A receita líquida bateu recorde, em R$ 1,691 bilhão, avanço de 25,5%.
O lucro bruto subiu 25,5%, para R$ 668,4 milhões, com margem bruta ajustada de 39,8%, estável em um ano. A produção alcançou 5.737 unidades, recorde da companhia, com alta de 41,8%.
As vendas líquidas, contudo, recuaram 9,5%, para R$ 2,046 bilhões. A VSO líquida, indicador de vendas sobre oferta, caiu de 47,5% para 40,5%. Foram 11 lançamentos, com Valor Geral de Vendas (VGV) de R$ 2,257 bilhões.

Despesas comerciais crescem com a aceleração dos repasses
As despesas comerciais somaram R$ 166,8 milhões, alta de 33,8%, e consumiram 9,9% da receita. O Ebitda avançou 19,8%, para R$ 387,0 milhões, mas a margem cedeu 1,1 ponto percentual, a 22,9%.
“A conversão do lucro líquido % Cury em caixa operacional atingiu 72% nos últimos doze meses”, afirmou a administração da Cury na mensagem que abre o release de resultados.
Dividendos adicionais e banco de terrenos recorde
A geração de caixa somou R$ 144,9 milhões, alta de 40,2%, no 29º trimestre consecutivo em terreno positivo. A companhia anunciou ainda R$ 190 milhões em dividendos adicionais.
O banco de terrenos chegou a R$ 26,093 bilhões, alta de 23,6%. O resultado a apropriar somou R$ 3,843 bilhões, com margem de 43,5%. O ROE (retorno sobre patrimônio líquido) ficou em 73,6%.






