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OceanPact tem preço-alvo elevado para R$ 14 pelo JP Morgan

OceanPact tem preço-alvo elevado para R$ 14 pelo JP Morgan

O novo valor representa um potencial de valorização de 36,32% em relação ao último preço de fechamento

O JP Morgan elevou o preço-alvo das ações da OceanPact (OPCT3) de R$ 13 para R$ 14, reforçando a expectativa de continuidade da recuperação operacional da companhia. O novo valor representa um potencial de valorização de 36,32% em relação ao último preço de fechamento, enquanto a recomendação de compra foi mantida.

A revisão ocorre após a atualização das projeções do banco para incorporar os resultados do primeiro trimestre de 2026 e um novo cenário macroeconômico, além dos impactos do contrato de prestação de serviços anunciado recentemente com a Petrobras, que passa a integrar as estimativas para a companhia.

Resultados e perspectivas

Na avaliação do JP Morgan, o desempenho da OceanPact no primeiro trimestre de 2026 ficou ligeiramente acima das expectativas do mercado, apesar da queda de 6,5% do Ebitda na comparação com o trimestre anterior.

Segundo os analistas, o recuo já era esperado e reflete principalmente a preparação de embarcações para o início de novos contratos, um movimento que tende a afetar temporariamente a utilização da frota antes da entrada em operação dos projetos.

Para o banco, esse efeito é transitório e não altera a trajetória de crescimento da companhia, especialmente diante da expansão do portfólio de contratos e da melhora das perspectivas para o segmento de serviços marítimos voltados ao setor de óleo e gás.

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Outro fator incorporado ao modelo do JP Morgan foi o contrato recentemente firmado com a Petrobras, considerado um elemento positivo para as perspectivas de receita e geração de caixa da OceanPact nos próximos anos.

Em relatório, o banco BTG Pactual, avaliou que a OceanPact reúne importantes catalisadores para os próximos meses, o que reforça a visão positiva do banco para as ações. A instituição manteve a recomendação de compra após reunião com a administração da companhia e destacou que a conclusão da fusão com a CBO, prevista para meados de agosto, deverá representar um marco relevante para o crescimento da empresa.

Além da incorporação, o BTG Pactual aponta como outro evento importante o julgamento da disputa envolvendo as indenizações do projeto Coral, também esperado para agosto. Segundo os analistas, esses dois fatores podem contribuir para uma melhora da percepção do mercado em relação à companhia e servir como gatilhos para a valorização das ações.

O banco também destaca o potencial de geração de caixa da OceanPact. Pelas estimativas do BTG Pactual, a companhia poderá alcançar um dividend yield de 13% em 2027, percentual que pode subir para 23% caso sejam considerados eventuais recursos provenientes das reivindicações judiciais relacionadas às chamadas UP Claims.