A Minerva (BEEF3) esclareceu ao mercado que não há qualquer decisão ou deliberação em andamento sobre uma eventual oferta pública de aquisição de ações (OPA) para fechamento de capital da companhia. A manifestação foi feita em resposta a um questionamento da Comissão de Valores Mobiliários (CVM) após a circulação de informações na imprensa sobre um suposto plano envolvendo a deslistagem da empresa da B3.
Em comunicado divulgado ao mercado, a companhia afirmou que, como parte de sua gestão e planejamento de capital, avalia continuamente alternativas estratégicas voltadas à otimização de sua estrutura societária e financeira, além da geração de valor aos acionistas e do fortalecimento de seu posicionamento nos mercados em que atua.
No entanto, a Minerva destacou que não houve, até o momento, qualquer definição ou aprovação formal, seja pela administração da empresa ou por seus acionistas controladores, relacionada a uma possível operação de fechamento de capital.
Segundo a companhia, também não existem discussões sobre estrutura, cronograma, condições financeiras ou quaisquer outros termos ligados a uma eventual OPA.
“A companhia, no curso normal de seu planejamento e gestão de capital, avalia continuamente alternativas estratégicas voltadas à otimização de sua estrutura societária e de capital, à geração de valor para seus acionistas e ao melhor posicionamento da Minerva nos mercados em que atua”, informou a empresa em seu comunicado.
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OPA ainda é objeto de discussão
A empresa reforçou ainda que o tema não está sendo analisado atualmente por seus órgãos de governança. Dessa forma, qualquer informação sobre uma potencial operação dessa natureza deve ser tratada apenas como especulação, sem respaldo em decisões corporativas já tomadas.
A Minerva acrescentou que, caso alguma iniciativa desse tipo venha a ser efetivamente definida e aprovada no futuro, o mercado será comunicado de forma tempestiva, em conformidade com as regras da CVM e da legislação vigente.
O esclarecimento ocorre após rumores de mercado sugerirem que os controladores da companhia poderiam considerar uma oferta para retirada das ações da bolsa, diante da percepção de que os papéis estariam negociando abaixo de seu valor potencial. A resposta da empresa, contudo, afasta a existência de qualquer processo formal em curso relacionado ao tema.
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