A Marisa Lojas (AMAR3) considera um grupamento de ações para se enquadras às exigências da B3 para que seus ativos sejam negociados acima de R$ 1, mostra um comunicado enviado ao mercado nesta quarta-feira (25).
Segundo a B3, desde 27 de janeiro de 2026, as ações de emissão da companhia vêm sendo negociadas abaixo deste patamar.
Assim, a B3 solicitou a divulgação de cronograma e procedimentos a serem tomados a respeito, bem como concedeu prazo até 11 de setembro de 2026 para o reenquadramento.
A empresa informou que “está constantemente monitorando a situação e avaliando as possíveis alternativas necessárias ou pertinentes para reenquadrar, tempestivamente, a cotação das ações ao seu patamar mínimo.
“Nesse contexto, caso não haja o reenquadramento espontâneo e consistente da cotação no prazo estabelecido pela B3, a administração da companhia poderá propor medidas para esta finalidade, que poderão contemplar uma proposta de grupamento de ações”, finaliza o documento.
As ações da Marisa têm queda de 13% em 2026 e de 45% em um ano.






