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LWSA e Bemobi devem manter ritmo de crescimento no 2ºTRI

LWSA e Bemobi devem manter ritmo de crescimento no 2ºTRI

A expectativa é de que ambas as companhias entreguem resultados sólidos no segundo trimestre de 2026

As empresas brasileiras de tecnologia LWSA (LWSA3) e Bemobi (BMOB3) devem apresentar mais um trimestre de crescimento consistente, impulsionado pela expansão das receitas e por ganhos de eficiência operacional. As projeções indicam melhora das margens, avanço da geração de caixa e resultados sustentados principalmente pelos segmentos de comércio digital, pagamentos e software como serviço (SaaS).

Segundo prévias divulgadas pela XP, a expectativa é de que ambas as companhias entreguem resultados sólidos no segundo trimestre de 2026, refletindo a continuidade da expansão de suas operações e a evolução da qualidade dos lucros.

Para a LWSA (LWSA3), a estimativa é de receita líquida consolidada de R$ 375 milhões, crescimento de 7% na comparação anual, desconsiderando os efeitos da Squid. O principal motor do desempenho deve continuar sendo a divisão de Commerce, cuja receita deve avançar 12,6% em relação ao mesmo período do ano passado, impulsionada pelo crescimento das receitas recorrentes de assinaturas.

Na rentabilidade, a expectativa é de um dos principais destaques do trimestre. O EBITDA ajustado deve alcançar R$ 98 milhões, alta de 29,6% em um ano, com expansão da margem para 26,2%, refletindo ganhos de eficiência e alavancagem operacional. O lucro líquido ajustado é projetado em R$ 51 milhões, crescimento anual de 16%, reforçando a melhora da qualidade dos resultados da companhia.

Bemobi: trimestre de forte expansão

Já a Bemobi (BMOB3) deve registrar mais um trimestre de forte expansão, sustentada principalmente pelas áreas de Payments e SaaS. A receita líquida total é estimada em R$ 223 milhões. Desconsiderando a contribuição da Paytime, incorporada recentemente, a receita deve somar R$ 201 milhões, representando crescimento de 14,8% sobre o mesmo período do ano anterior.

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Na divisão de pagamentos, a expectativa é de crescimento de 72% na comparação anual — ou de 37% excluindo os efeitos da Paytime. Já a receita da unidade de SaaS deve avançar 21% no período.

A rentabilidade também deve permanecer em trajetória de expansão. A projeção é de EBITDA ajustado de R$ 77 milhões, alta de 29% em relação ao segundo trimestre de 2025, com margem de 34,5%, ligeiramente superior à registrada um ano antes. O lucro líquido estimado para o período é de R$ 32 milhões.

Na avaliação da XP, os resultados esperados reforçam a capacidade das duas empresas de combinar crescimento das receitas com expansão das margens, sustentando uma melhora gradual na geração de resultados e na eficiência operacional.

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