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JSL: BNDES amplia participação com exercício de opção

JSL: BNDES amplia participação com exercício de opção

A Simpar informou que a alteração de participação não tem como objetivo alterar modificar a composição do controle acionário da JSL

O Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) ampliou sua participação na empresa de logística JSL (JSLG3). A informação foi repassada à companhia pela sua controladora, a Simpar (SIMH3).

A redução da participação acionária decorreu do exercício de opção de compra pela subsidiária do banco de fomento, a BNDES Participações S.A. – BNDESPar e da consequente alienação, pela Simpar, de 14.268.446 ações ordinárias de emissão da JSL, representativas de 5% do capital social da empresa de logística.

A Simpar informou que a alteração de participação não tem como objetivo alterar modificar a composição do controle acionário da JSL. Além disso, foi assinado o novo Acordo de Acionistas da companhia entre a Simpar e a BNDESPar e, na qualidade de interveniente-anuente, a própria JSL.

Recompra

Ainda nesta semana, a JSL informou ao mercado que seu Conselho de Administração aprovou a criação de um novo programa de recompra de ações, com duração de 18 meses, com vigência imediata e término previsto para 18 de novembro de 2027.

Segundo a companhia, a aprovação ocorre após o encerramento do programa anterior e segue a estratégia da empresa de manter iniciativas de recompra continuamente ativas como forma de geração de valor aos acionistas. Atualmente, a JSL não possui ações mantidas em tesouraria.

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O novo programa permitirá a aquisição de até 13 milhões de ações ordinárias, equivalente a cerca de 18,4% das 70,8 milhões de ações em circulação no mercado na data de aprovação do plano.

No primeiro trimestre do ano a empresa reportou que o lucro líquido ajustado despencou 85,6% na comparação anual, para apenas R$ 7 milhões, em meio ao avanço de 13% das despesas financeiras líquidas, que alcançaram R$ 312 milhões no período.

Apesar da forte queda no resultado final, o Safra avaliou que a operação da empresa apresentou evolução consistente, sustentada por disciplina comercial e redução de contratos menos rentáveis. O banco manteve recomendação outperform (compra) para os papéis da companhia, citando valuation atrativo e melhora gradual dos indicadores operacionais.

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