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Ibovespa e MSCI: Veja as 4 ações que podem entrar e sair

Ibovespa e MSCI: Veja as 4 ações que podem entrar e sair

Stone enfrenta risco de exclusão do MSCI com capitalização abaixo dos requisitos mínimos globais e do limite brasileiro

As ações da Tenda (TEND3) e as ordinárias do Itaú (ITUB3) podem entrar no Ibovespa na próxima revisão, enquanto a Petrorecôncavo (RECV3) corre risco de ser removida.

Esta é a estimativa preliminar do Bank of America, divulgada antes do primeiro preview oficial do índice, que será publicado pela B3 ($B3SA3) em 3 de agosto. As mudanças entram em vigor em 8 de setembro.

As projeções ainda são iniciais e dependem dos volumes negociados até o fim de julho. A B3 usa o histórico de liquidez como critério central de inclusão, e qualquer variação relevante no volume das próximas semanas pode alterar o cenário.

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“Estimativas estão sujeitas a mudanças com base no volume de negociação das próximas semanas”, alertam os analistas David Beker, Paula Andrea Soto e Antonio Gabriel, do Bank of America.

Stone no radar do MSCI

No MSCI, a revisão será anunciada em 12 de agosto e entra em vigor em 1º de setembro. O principal risco monitorado é a exclusão da Stone (STNE; STOC31), cujo valor de mercado está atualmente abaixo dos requisitos mínimos globais e do limite brasileiro.

O MSCI aplica seus critérios de rebalanceamento usando qualquer um dos últimos dez dias úteis de julho, o que mantém o desfecho em aberto até o fim do mês.

Fluxos

No fluxo de recursos, os fundos globais dedicados ao Brasil e à América Latina continuam registrando saídas. Nos mercados emergentes excluindo China, houve saída de US$ 0,7 bilhão na semana.

Os fundos de ações brasileiros captaram R$ 0,1 bilhão na última semana, número modesto mas positivo na comparação com a média de R$ 0,6 bilhão em saídas semanais do primeiro trimestre de 2026.

No acumulado do ano, as saídas chegam a R$ 9 bilhões, bem abaixo dos R$ 48 bilhões de 2025 e dos R$ 30 bilhões de 2024. A melhora no ritmo de captação dos fundos locais é um sinal positivo, mas ainda insuficiente para caracterizar uma reversão estrutural do fluxo para a bolsa brasileira.