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Grupo Casas Bahia (VIIA3) informa rebaixamento de rating para emissão de CRI

Grupo Casas Bahia (VIIA3) informa rebaixamento de rating para emissão de CRI

O Grupo Casas Bahia ($VIIA3), ex-Via, informou que a agência de risco S&P Global rebaixou o rating das três séries da 20ª emissão de Certificados de Recebíveis Imobiliários (CRI) a cargo da securitizadora Opea. Esses papéis são lastreados na 8ª emissão de debêntures da companha. Com isso, a nota passa de “brAA-” para “brA-”, na […]

O Grupo Casas Bahia (VIIA3), ex-Via, informou que a agência de risco S&P Global rebaixou o rating das três séries da 20ª emissão de Certificados de Recebíveis Imobiliários (CRI) a cargo da securitizadora Opea. Esses papéis são lastreados na 8ª emissão de debêntures da companha. Com isso, a nota passa de “brAA-” para “brA-”, na Escala Nacional Brasil.

Segundo a empresa, o rebaixamento do rating de crédito em três ou mais níveis em relação ao rating inicial é hipótese de evento de vencimento antecipado não automático dos CRI e da 8ª Emissão de Debêntures.

A securitizadora deverá convocar em até dois dias úteis da data em que tomou ciência do rebaixamento uma assembleia especial de titulares dos CRI (com, no mínimo, 15 dias de antecedência), na qual os titulares dos papéis poderão deliberar pela não declaração do vencimento antecipado da 8 ª emissão e, consequentemente, do CRI.

Casas Bahia (VIIA3): rebaixamento resulta da visão de crédito da S&P

A S&P explicou, em sua nota, que esse rebaixamento segue o mesmo que foi realizado nos ratings corporativo e de emissão da Via em 8 de setembro. “O rebaixamento resulta da revisão de nossa opinião de crédito sobre os ativos que lastreiam a operação, cuja devedora é a Via”, explicou a agência de risco em seu comunicado.

Com relação ao comunicado do dia 8,, os resultados da companhia referentes ao primeiro semestre do ano indicam que a companhia não atingirá as métricas de crédito esperadas para uma análise mais recente.

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“A empresa apresentou ao mercado um importante plano de transformação, que já começou a ser implementado e em nossa visão pode trazer significativa melhora no desempenho operacional e estrutura de capital nos próximos anos. Entretanto, a desalavancagem deve ser postergada em pelo menos mais um ano em razão do ambiente macroeconômico”, avaliou o relatório da S&P.

Já a perspectiva negativa, indicada no documento, reflete os riscos da indústria de varejo discricionário brasileira, como a queda da renda disponível da população, taxas de juros ainda em patamares elevados e o alto grau de competição, que podem continuar afetando os resultados da Via, agora Grupo Casas Bahia (VIIA3), e a redução da alavancagem projetada para 2024 e 2025.