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Eficiência da Suzano trará um 2026 brilhante para as ações

Eficiência da Suzano trará um 2026 brilhante para as ações

Empresa apresenta uma relação EBITDA/celulose mais alta (86%) em comparação com a CMPC (61%) e a Klabin (34%)

As ações da Suzano (SUZB3) terá um ano de 2026 brilhante por conta da sua alta eficiência por tonelada de celulose, apontam os analistas do Banco Safra em um relatório enviado a clientes. A expectativa é de que a celulose volte a subir neste ano.

De acordo com os cálculos dos analista Ricardo Monegaglia, a Suzano apresenta uma relação EBITDA/celulose mais alta (86%) em comparação com a CMPC (61%) e a Klabin (34%).

Ou seja, a cada aumento de US$ 60/tonelada nos preços da celulose, o Ebitda da empresa é impulsionado em cerca de 17%, contra um aumento ligeiramente maior de cerca de 19% para a CMPC (devido à sua estrutura de custos relativamente mais elevada) e, no limite inferior, cerca de 11% para a Klabin.

“Essa dinâmica torna os ciclos de alta dos preços da celulose menos favoráveis ​​para essas concorrentes em comparação com a Suzano”, aponta Monegaglia.

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Para onde vai a celulose?

Após um 2025 volátil, em que as incertezas macroeconômicas e a ausência de paradas significativas impediram que os preços se mantivessem próximos a US$ 600/t, o Safra acredita que o mercado já ultrapassou o fundo do ciclo.

“Os níveis spot de BHKP (Celulose Kraft Branqueada de Madeira Dura, em português) a US$ 564/t deixam cerca de 10% da capacidade global subutilizada, o que em breve deverá desencadear ajustes na oferta, uma dinâmica ausente em 2025”, analisa o Safra.

Desta forma, embora o excesso de oferta persistente continue sendo um obstáculo estrutural, os sinais de recuperação da demanda e as próximas paradas para manutenção sugerem que o pior pode ter ficado para trás.

“Olhando para o futuro, prevemos que os preços do BHKP na China terão uma média de US$ 574/t em 2026 e o ​​BSKP a US$ 701/t, refletindo um reequilíbrio gradual do mercado à medida que o crescimento da oferta se modera e a demanda se fortalece, apesar dos riscos decorrentes da integração chinesa e da disponibilidade de cavacos de madeira”, conclui o Safra.

A recomendação é de desempenho acima da média do mercado (outperform), com preço-alvo de R$ 68. A Klabin também possui a mesma avaliação, com preço-alvo de R$ 23,90.

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