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CVM aceita acordo com ex-executivo da Vibra (VBBR3) por insider trading

CVM aceita acordo com ex-executivo da Vibra (VBBR3) por insider trading

A Comissão de Valores Mobiliários (CVM) aceitou um acordo com um ex-executivo da Vibra (VBBR3) por um suposto insider trading.

Trata-se do ex-presidente da companhia André Corrêa Natal, que deverá pagar à autarquia R$ 200 mil e, com isso, conseguirá encerrar o processo que apurava a referida prática.

Levantamento do Estadão informa que a suposta irregularidade teria ocorrido com a aquisição de 52.160 ações da Vibra em 28 de junho de 2022.

Conforme o periódico, poucos dias depois, em sete de junho, foi informado, por meio de fato relevante, a operação celebrada entre Vibra e ZBSEA, na qual a primeira adquiria 50% do capital social da segunda.

Também traz que o processo administrativo foi instaurado pela Superintendência de Relações com o Mercado e Intermediários (SMI), mas, com o acordo, foi encerrado antes da instauração de processo administrativo sancionador (PAS).

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A primeira proposta sugerida por Natal havia sido de pagamento de R$ 170 mil.

Gráfico mostra a ação VBBR3 na Bolsa.

Vibra (VBBR3): CADE

JÁ a Superintendência-Geral do Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade) decidiu arquivar inquérito administrativo instaurado em março do ano passado contra Raízen (RAIZ4), Vibra Energia e Ipiranga Produtos de Petróleo para investigar suposta conduta anticoncorrencial das empresas nos mercados de distribuição e de revenda de combustíveis.

De acordo com a autarquia, o arquivamento se deu “pela insubsistência dos indícios de infração à ordem econômica constante dos autos”, informa despacho publicado no Diário Oficial da União na terça-feira (11).

Também informou que a Procuradoria Federal Especializada junto ao órgão (PFE-Cade), autora da representação, tomou conhecimento de que as companhias estariam atuando para impedir que outros concorrentes participassem dos mercados relevantes envolvidos e que a mesma denúncia recebida pela PFE-Cade também havia sido formalizada pela Associação Nacional de Distribuidores de Combustíveis (Andic) por meio do Clique Denúncia em procedimento administrativo anexado aos autos do inquérito.

Vale destacar que, pela denúncia, Raízen, Vibra e Ipiranga, que fornecem combustíveis para postos bandeirados com suas logomarcas, proibiam esses estabelecimentos, por causa de contratos de exclusividade, de comprar combustíveis de outros fornecedores.

Bolsa

A ação VBBR3 recuava 3,90% por volta das 16h15, cotada em R$ 14,03.