A Cemig (CMIG4) foi apontada em relatório final do Centro de Investigação e Prevenção de Acidentes Aeronáuticos (Cenipa), órgão militar subordinado ao Comando da Aeronáutica, como tendo responsabilidade direta na morte da sertaneja Marília Mendonça.
Isso porque a cantora morreu depois que o avião em que estava caiu, na cidade de Piedade de Caratinga, em Minas Gerais, no dia 5 de novembro de 2021. Além de Marília, morreram o tio dela, Abicelí Silveira Dias Filho, o produtor Henrique Ribeiro, o piloto Geraldo Medeiros Júnior e o copiloto Tarciso Pessoa Viana.
A investigação descartou falha humana, bem como rejeitou a possibilidade de avaria em equipamento e na própria aeronave. O laudo indica que as linhas de transmissão de energia elétrica da Companhia Energética de Minas Gerais foram o principal fator do incidente.
Na ocasião da tragédia, a Cemig divulgou nota informando que o acidente interrompeu a energia para cerca de 33 mil clientes.
O Cenipa, por sua vez, destacou que a investigação não busca estabelecer culpa ou responsabilidades pelo acidente, mas sim entender as circunstâncias da tragédia, para aprimorar as medidas de segurança de voos, evitar novos acidentes aéreos e, consequentemente, preservar vidas.

Cemig (CMIG4): Marília Mendonça
Marília Dias Mendonça nasceu em Cristianópolis (GO) em 22 de julho de 1995 e foi uma cantora, compositora e instrumentista brasileira.
Ela era reconhecida como líder do subgênero musical feminejo — sertanejo por mulheres — e sua contribuição para o empoderamento feminino revolucionou o universo da música sertaneja entre as décadas de 2010 e 2020.
Sua discografia inicia em 2015, quando lançou o EP de estreia homônimo, mas o destaque no meio veio somente em 2016 por ocasião do primeiro DVD, que lhe rendeu certificado de tripla platina pelas 240 mil cópias vendidas.
A canção “Infiel”, incluída no álbum, tornou-se uma das músicas mais tocadas no Brasil e recebeu certificado de disco de diamante triplo, fazendo Marília ganhar visibilidade nacional.
Já no segundo álbum, o Realidade, lançado em 2017, ela recebeu uma indicação ao Grammy Latino na categoria Melhor Álbum de Música Sertaneja. Em 2019, lançou Todos os Cantos, um projeto roteirizado com shows gravados pela cantora em todas as capitais do país.
Este último álbum recebeu uma certificação de tripla platina pelas 240 mil cópias vendidas e rendeu à intérprete seu primeiro prêmio Grammy Latino, vencido na categoria Melhor Álbum de Música Sertaneja.
Bolsa
Por volta das 16h35 a ação CMIG4 recuava 1,62%, cotada em R$ 12,16.
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