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Licença para campo de Wahoo é fundamental para crescimento da Prio

Licença para campo de Wahoo é fundamental para crescimento da Prio

As ações da companhia sobem apenas 0,52% após a liberação por parte do Ibama, sendo negociadas no Ibovespa a R$ 57,58

A obtenção da licença de operação para o campo de exploração de petróleo de Wahoo, por parte do Instituto Brasileiro de Meio Ambiente Recursos Naturais Renováveis (Ibama), é fundamental para a tese de crescimento da Prio (PRIO3). É o que avalia relatório da Ativa Investimentos.

As ações da companhia sobem apenas 0,52% após a liberação por parte do Ibama, sendo negociadas no Ibovespa a R$ 57,58, no começo da tarde desta terça-feira (3).

Segundo o documento, a licença tem o potencial de reforçar a estratégia de captura de valor via redesenvolvimento de ativos, eficiência operacional e disciplina financeira.

“A entrada de Wahoo deve ampliar volumes, diluir custos e fortalecer margens, tornando o comunicado positivo e de baixo risco residual, com impacto direto no ramp-up de produção no curto prazo”, informou a Ativa.

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Início da produção

Na prática, a obtenção da licença permite à petroleira o início iminente da produção, atualmente em fase final de comissionamento e era a última fase regulatória pela qual toda empresa de petróleo precisa passar antes de colocar o campo efetivamente em operação.

Descoberto e adquirido pela companhia em 2021, o campo de Wahoo é considerado o primeiro campo a ser totalmente desenvolvido pela Prio, representando um marco na trajetória de crescimento da empresa independente de óleo e gás. O projeto está situado a cerca de 150 km da costa, em lâminas d’água de aproximadamente 1,4 mil metros, na camada do pré-sal, onde se concentram algumas das principais reservas de petróleo do país.

O desenvolvimento do campo segue o conceito de “tieback”, ou seja, uma interligação submarina de cerca de 30 km de extensão que conecta os poços de Wahoo à unidade FPSO Frade — uma embarcação flutuante de produção, armazenamento e transferência que já opera na região. Essa solução permite aproveitar a infraestrutura existente e reduzir custos, impactando positivamente o potencial econômico do empreendimento.

As estimativas iniciais da petroleira indicam que a produção poderá chegar a até 40 mil barris de petróleo por dia, o que agregaria volume significativo à produção total da empresa e impulsionaria seus resultados operacionais.

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