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BTG reforça recomendação de compra para Itaú (ITUB4)

BTG reforça recomendação de compra para Itaú (ITUB4)

O BTG Pactual (BPAC11) recomendou a recomendação de compra para o Itaú (ITUB4) após o banco apresentar um trimestre considerado forte

O BTG Pactual (BPAC11) recomendou a recomendação de compra para o Itaú (ITUB4) após o banco apresentar um trimestre considerado robusto, com lucro líquido ajustado de R$ 10,7 bilhões, equivalente a um retorno sobre o patrimônio líquido (ROE) de 22,7%.

O resultado representa um crescimento de 6% em relação ao trimestre anterior e de 18% na comparação anual, superando as expectativas do mercado em 3%. No Brasil, o ROE atingiu um nível recorde de 23,8%, apesar do banco continuar acumulando capital, com o índice CET1 subindo para 13,7%, 60 pontos base a mais que no trimestre passado.

Mesmo após um ano de 2023 forte, que criou uma base de comparação elevada, o ITUB4 conseguiu aumentar seu lucro antes dos impostos (EBT) em 21% nos primeiros nove meses de 2024. Para o BTG, o Itaú se consolidou em uma posição privilegiada e deve manter um desempenho positivo em 2025, mesmo com um cenário econômico potencialmente mais desafiador.

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De acordo com a análise, a ação do Itaú deve continuar superando os principais concorrentes privados, como Bradesco e Santander, pelo terceiro ano consecutivo, tendência que o banco não espera que mude nos próximos 12 meses.

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A carteira de empréstimos do Itaú, excluindo efeitos cambiais, avançou 2% no trimestre e 8% no ano, destacando o crescimento das linhas de crédito para pequenas e médias empresas (PMEs) e para pessoas físicas, ambas com alta de 4% e 2,5%, respectivamente.

A desvalorização cambial deverá impulsionar ainda mais a carteira de crédito internacional no quarto trimestre, levando o banco a elevar a projeção de crescimento de crédito para 2024, agora entre 9,5% e 12,5%.

Margem financeira

Já a margem financeira com clientes cresceu 4,5% no trimestre e 7% na comparação anual, impulsionada por volumes médios mais altos e operações estruturadas no atacado. Já a margem financeira de mercado caiu 25% no trimestre, atingindo R$ 1,06 bilhão, devido à redução dos ganhos de trading.

A receita com fees de mercado de capitais também enfrentou uma base de comparação elevada, dada a forte atividade de emissão de dívidas corporativas no segundo trimestre, resultando em uma queda de 1% no trimestre, mas uma alta anual de 5%, totalizando R$ 11,3 bilhões.

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