O BB Investimentos não realizou alterações em sua carteira de dividendos para o mês de agosto. Em vez disso, optou por buscar capturar componentes com maior potencial de retorno diante de um ciclo vigente até o final de agosto. Desta forma, a composição permanece a mesma desde junho.
Para o trimestre que se iniciou em junho, a carteira de dividendos fez uma rotação atipicamente alta, com sete ativos novos: foram retiradas as ações da Cemig (CMIG4), Copel (CPLE3), Klabin (KLBN11), Marcopolo (POMO4), Porto Seguro (PSSA3), Unipar (UNIP6), e da Vulcabras (VULC3).
Por outro lado, entraram Allos (ALOS3), Ambev, (ABEV3), Bradesco (BBDC4), Caixa Seguridade (CXSE3), Itaúsa (ITSA4), Taesa (TAEE11) e Tim (TIMS3), que com Bradespar (BRAP4), Direcional (DIRR3) e Petrobras (PETR4) formaram os 10 ativos que serão mantidos até o final de agosto.
Rentabilidade negativa em julho
Em julho a carteira de Dividendos recuou 0,97%, aquém do índice de referência, que é o Índice de Dividendos (IDIV), que no período oscilou positivamente em 3%.
“Com isso, no acumulado do ano a performance ficou também abaixo do IDIV, embora a carteira permaneça apresentando sólida rentabilidade acumulada nos recortes temporais mais longos”, diz o BB, em seu relatório.
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O ativo de maior rentabilidade em julho foi a Petrobras, que atingiu alta de 14,87%, seguido por Bradesco e Itaúsa, com elevação de 3,90% e 3,29%, respectivamente. Essas foram as três ações que ficaram acima do IDIV.
Por outro lado, a Direcional foi a que mais recuou, tendo uma queda de 18,46% em julho, enquanto a Tim recuou 11,16%.
A carteira de dividendos seleciona trimestralmente as dez ações que, em na análise do BB, apresentam o maior potencial de valorização entre empresas que consistentemente distribuem dividendos.
O índice de referência (benchmark), utilizado para comparação de rentabilidade, é o IDIV.
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