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Carteira de dividendos da Ativa aposta em ALOS3, BBDC4 e TAEE11 após aproveitar alta do petróleo

Carteira de dividendos da Ativa aposta em ALOS3, BBDC4 e TAEE11 após aproveitar alta do petróleo

Carteira de dividendos da Ativa para abril troca Direcional, PetroRecôncavo e Vulcabras por Allos, Bradesco e Taesa, em busca de mais previsibilidade de renda

A Ativa Investimentos promoveu três mudanças em sua carteira de dividendos para abril. Saíram Direcional (DIRR3), PetroRecôncavo (RECV3) e Vulcabras (VULC3), enquanto entraram Allos (ALOS3), Bradesco (BBDC4) e Taesa (TAEE11), segundo relatório publicado em 1º de abril.

De acordo com a casa, a saída da Direcional foi motivada por uma expectativa de dividendos menores à frente

Já a PetroRecôncavo deixou a seleção porque a Ativa passou a buscar maior previsibilidade de renda em 2026, avaliando que, após a forte valorização do papel, o dividend yield tende a cair, além da companhia seguir dependente do ciclo de commodities. 

No caso da Vulcabras, a corretora afirmou que a troca abre espaço para empresas com perspectivas mais favoráveis de dividendos resilientes.

Entre as entradas, a Ativa incluiu a Allos com a leitura de que a companhia reúne bom portfólio e dividendos recorrentes. No relatório, a corretora destaca um yield próximo de 11% em 2026 e um patamar normalizado perto de 8% ao ano.

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O Bradesco, por sua vez, foi adicionado por oferecer, na avaliação da casa, maior previsibilidade de resultados e de distribuição de proventos, com yield esperado de 8% em 2026. 

A entrada da Taesa também seguiu a lógica de buscar estabilidade, apoiada no histórico de dividendos da companhia e na resiliência estrutural do segmento de transmissão de energia.

Como ficou a carteira de dividendos da Ativa

Com as mudanças, a carteira de dividendos da Ativa passou a ser composta por BB Seguridade (BBSE3), Bradespar (BRAP4), JBS (JBSS32), Allos, Itaúsa (ITSA4), Axia Energia (AXIA3), Petrobras (PETR4), Vivo (VIVT3), Bradesco e Taesa, todos com peso de 10%. A maior exposição setorial ficou concentrada em financeiros e bancos, com 30% do portfólio.

No desempenho, a carteira avançou 0,3% em março, contra queda de 0,2% do Idiv. No acumulado do ano, entretanto, o portfólio sobe 13,6%, abaixo dos 15,1% do índice. No histórico, a carteira mostra valorização de 267,4%, ante 194,6% do Idiv.

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