Home
Notícias
Ações
BTG (BPAC11) vai à Justiça contra tutela cautelar da Americanas (AMER3) e tem recurso negado

BTG (BPAC11) vai à Justiça contra tutela cautelar da Americanas (AMER3) e tem recurso negado

O BTG (BPAC11) foi à Justiça contra tutela cautelar da Americanas (AMER3) que “visa a sustentação jurídica necessária para que tanto a varejista, quanto seus credores, possam chegar a um acordo”, informou rede de lojas para justificar a iniciativa. Acontece que a Americanas (AMER3) teria uma dívida de 1,2 bilhão com o banco de investimentos […]

O BTG (BPAC11) foi à Justiça contra tutela cautelar da Americanas (AMER3) que “visa a sustentação jurídica necessária para que tanto a varejista, quanto seus credores, possam chegar a um acordo”, informou rede de lojas para justificar a iniciativa.

Acontece que a Americanas (AMER3) teria uma dívida de 1,2 bilhão com o banco de investimentos e, com essa tutela cautelar, ela não precisa, provisoriamente, pagar a nenhum credor, incluído aí as instituições financeiras.

Ou seja, a varejista está protegida contra penhora de bens, sequestro de bens e apreensão de bens por 30 dias. Entretanto, a imprensa segmentada já adiantou que a Americanas entrou com pedido de recuperação judicial e alegou que sua dívida chega a R$ 40 bilhões.

Vale destacar que a recuperação judicial é o processo por meio do qual uma empresa em crise econômico-financeira busca renegociar dívidas e pagamentos junto a credores, colaboradores e fornecedores.

Imagem mostra o interior de um tribunal.

BTG (BPAC11): Americanas (AMER3)

Em relação ao agravo de instrumento direcionado ao desembargador de plantão Luiz Roldão de Freitas Gomes Filho, por parte do BTG, o magistrado não atendeu ontem ao pedido.

Publicidade
Publicidade

Além disso, conforme registrado no documento, a varejista tentou resgatar cerca de R$ 800 milhões em investimentos dia 11 à tarde, menos de três horas antes do fato relevante em que revelou inconsistências contábeis da ordem de R$ 20 bilhões, o que seria prova de má-fé.

O documento arrolado pelo banco de investimentos elenca que “o caso em questão é a triste epítome de um país. Os três homens mais ricos do Brasil (com patrimônio avaliado em R$ 180 bilhões), ungidos como uma espécie de semideuses do capitalismo mundial ‘do bem’, são pegos com a mão no caixa daquela que, desde 1982, é uma das principais companhias do trio.”

A expectativa do mercado é que outras instituições financeiras entrem com ações judiciais contra a varejista nos próximos dias.

O caso

Vale lembrar que no dia 11 de janeiro de 2023 o agora ex-CEO da Americanas, Sergio Rial, informou a detecção de inconsistências contábeis no balanço da companhia da ordem de R$ 20 bilhões. Por conta disso, no dia seguinte a ação AMER3 derreteu na bolsa brasileira e a companhia perdeu R$ 8 bilhões de valor de mercado.

  • Quer saber mais sobre a Americanas (AMER3) e aprender a investir com assertividade? Clique aqui!