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Alupar é um “porto seguro” para ter dividendos em ano de eleições

Alupar é um “porto seguro” para ter dividendos em ano de eleições

Em 2025, a Alupar expandiu sua presença na América Latina por meio da participação em leilões de transmissão no Peru, Chile e Colômbia

As units da Alupar (ALUP11) são vistas como um “porto seguro” para um ano que tem tudo para ser volátil, considerando as eleições presidenciais de outubro. Pensando nesta segurança, o banco Safra recomenda a compra (outperform) dos papeis, citando-os como os prediletos no setor. A empresa também pode entregar dividendos atraentes e previsibilidade.

“Mantemos a Alupar como nossa principal escolha no segmento de transmissão, pois vemos uma TIR (Taxa Interna de Retorno) atrativa de 10,6% (acima da média do setor de 9,4% e a mais alta no segmento de empresas de transmissão) e um potencial de valorização de aproximadamente 20%”, explicam os analistas Daniel Travitzky, Carolina Carneiro e Ricardo Bello.

Eles ressaltam que, em 2025, a Alupar expandiu sua presença na América Latina por meio da participação em leilões de transmissão no Peru, Chile e Colômbia, sendo atualmente a única empresa do segmento com receitas indexadas ao dólar americano, o que contribui para a diversificação de suas fontes de receita.

“Para a execução desses projetos, a empresa precisará desembolsar R$ 5,2 bilhões em despesas de capital na América Latina e R$ 3,9 bilhões no Brasil, elevando a alavancagem para 3,9 vezes em 2028 e limitando o rendimento de dividendos a 4,0%, em média”, ponderam.

Ainda assim, o Safra reitera que os fundamentos da Alupar permanecem sólidos, com margem EBITDA média de aproximadamente 83% e um bom CAGR (Compounded Annual Growth Rate) de EBITDA de aproximadamente 13% entre 2026 e 2029, após o início das operações dos projetos na América Latina até 2029.

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“Além disso, acreditamos que a empresa continuará buscando oportunidades na América Latina, o que pode gerar potencial de crescimento adicional no futuro”, concluem os analistas.

Por fim, o Safra descreve que elevou a recomendação da Taesa (TAEE11) para neutra, e manteve a indicação de venda (underporform) para a Isa (ISAE4).

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