A Allos (ALOS3) registrou lucro líquido de R$ 308,1 milhões no segundo trimestre de 2026, avanço de 53,2% em relação aos R$ 201,1 milhões apurados no mesmo período de 2025, refletindo a evolução operacional da companhia e o crescimento dos principais indicadores financeiros.
A margem líquida passou de 30,0% para 41,3%, um aumento de 11,3 pontos percentuais na comparação anual.
A receita líquida somou R$ 746,4 milhões entre abril e junho, crescimento de 11,3% em relação ao segundo trimestre do ano passado. Desconsiderando o ajuste linear de aluguel, a receita alcançou R$ 732,3 milhões, alta de 11,6%.
O resultado operacional também mostrou evolução. O NOI (Net Operating Income) atingiu R$ 615,4 milhões, alta de 3,6% na comparação anual, enquanto a margem NOI ficou em 92,0%, redução de 1,4 ponto percentual frente aos 93,4% registrados um ano antes.
O Ebitda ajustado avançou 10,1%, para R$ 539,5 milhões, ante R$ 490,1 milhões no segundo trimestre de 2025. A margem Ebitda ajustada foi de 72,3%, ligeiramente inferior aos 73,1% registrados no mesmo período do ano anterior.
Sem o ajuste linear de aluguel, o Ebitda ajustado totalizou R$ 525,4 milhões, crescimento de 10,5%, com margem de 71,7%.
Dados operacionais
O FFO (Funds From Operations), indicador amplamente acompanhado pelo mercado para avaliar empresas do setor imobiliário, alcançou R$ 340,8 milhões no trimestre, alta de 12% na comparação anual. O FFO por ação subiu 11,9%, passando de R$ 0,61 para R$ 0,68.
No acumulado do primeiro semestre de 2026, a Allos registrou lucro líquido de R$ 556,4 milhões, crescimento de 22% frente aos R$ 456,1 milhões registrados no mesmo período de 2025.
A receita líquida totalizou R$ 1,44 bilhão nos seis primeiros meses do ano, alta de 10,5%, enquanto o Ebitda ajustado cresceu 10,1%, para R$ 1,04 bilhão.
O FFO acumulado no semestre atingiu R$ 639,6 milhões, avanço de 10,4%, com o FFO por ação subindo 26,7%, para R$ 1,28.
Ao fim do trimestre, a companhia possuía 500,1 milhões de ações em circulação, redução de 7,1% na comparação anual, refletindo a continuidade do programa de recompra de ações. O total de papéis mantidos em tesouraria caiu para 4,08 milhões, ante 43,32 milhões um ano antes.






