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Morning Call: Após dia de otimismo, mercados amanhecem em baixa. Reunião do FOMC será acompanhada de perto

Morning Call: Após dia de otimismo, mercados amanhecem em baixa. Reunião do FOMC será acompanhada de perto

Em cenário misto, incertezas políticas, dados econômicos e resultados corporativos moldam o mercado. Definição da taxa de juros deve mexer com os mercados a partir de amanhã. Acompanhe o mercado financeiro em tempo integral: https://telegram.me/wisir Ásia As bolsas asiáticas encerraram o pregão mistas, refletindo os avanços na negociação sino-americana, enquanto os receios de uma desaceleração […]

Em cenário misto, incertezas políticas, dados econômicos e resultados corporativos moldam o mercado. Definição da taxa de juros deve mexer com os mercados a partir de amanhã.

Acompanhe o mercado financeiro em tempo integral: https://telegram.me/wisir

Ásia

As bolsas asiáticas encerraram o pregão mistas, refletindo os avanços na negociação sino-americana, enquanto os receios de uma desaceleração no PIN de Hong Kong acende um alerta, em meio a uma onda de protestos que se espalharam pelo território.

Nikkei 225 [+0,47%]
Shanghai [-0,87%]
Hang Seng [-0,39%]

Commodities

Os preços do petróleo continuam as quedas observadas ontem, possivelmente influenciados por realização de lucros. Os investidores acompanharão hoje a divulgação da pesquisa do API (American Petroleum Institute), que indica o comportamento do estoque de óleo bruto norte-americano.

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Na China, o minério de ferro cai 1,6% no porto chinês de Dalian, com menor demanda do setor de construção por aço.

A referência britânica do petróleo, o Brent, opera em queda de 1,36% a US$ 60,76 o barril. A referência norte-americana, o WTI, opera em baixa de 1,18% a US$ 55,15 por barril.

O ouro opera em baixa de 0,50% a US$ 1.488,25 por onça-troy.

Europa

As bolsas europeias operam em baixa, com a divulgação dos resultados corporativos, como por exemplo da petroleira BP, que teve redução de 41% no lucro, e a frustração na tentativa do premiê britânico Boris Johnson, de antecipar eleições gerais para o dia 12 de dezembro.

No entanto, nesta manhã notícias indicam que o partido Laborista do Reino Unido passou a apoiar o plano de Johnson para antecipar a eleição, podendo tornar viável o plano. Com este cenário, a libra se vê pressionada contra o dólar.

Alemanha | DAX [-0,10%]
Inglaterra | FTSE 100 [-0,66%]
França | CAC 40 [-0,00%]
Europa | Euro Stoxx 50 [-0,15%]
Itália | FTSE MIB [-0,07%]
Euro/Dólar | € 1,1084 | [-0,13%]
Libra esterlina/Dólar | £ 1,2862 | [-0,00%]

Mercado Futuro EUA

Os americanos informaram, por meio do Representante do escritório de Comércio dos EUA, que consideram estender certas exclusões tarifárias a US$ 34 bilhões em importações da China. As isenções de quase 1 mil produtos devem expirar em dezembro.

Já Donald Trump, afirmou que espera assinar uma parte significativa do acordo comercial com a China antes do previsto, mas não detalhou o cronograma. E segundo agências de notícias, Trump e Xi já marcaram para 17 de novembro um encontro no Chile, para assinar o acordo comercial provisório.

Nos EUA, hoje o Federal Open Market Committee (Fomc) começa o primeiro dia de sua reunião, que culminará com a divulgação amanhã da nova taxa de juros nos EUA. As apostas de um corte de 0,25% são altas, no entanto, economistas preveem que após este corte o FED deverá fazer uma “pausa estratégica”.

Dow Jones 30 [-0,16%] | 27.008 pontos
S&P 500 [-0,08%] | 3.033 pontos
Nasdaq [+0,02%] | 8.096 pontos
VIX [+0,93%] | 15,77 pontos

Mercado Brasileiro

O Ibovespa encerrou a segunda em alta de 0,77% com 108.187 pontos , tendo como máxima 108.392 pontos (+0,95%), e mínima 107.362 pontos (0,00%). O volume financeiro da sessão somou R$ 15,11 bilhões. Ontem marcou o primeiro dia em que o índice encerrou acima dos 108 mil pontos na história, e também renovando máxima histórica de fechamento.

O dólar seguiu tendência contrária, com o real tendo bom desempenho contra a moeda norte-americana, a exemplo das demais moedas emergentes. A moeda norte americana fechou em queda de 0,36%, cotado a R$ 3,991, rompendo o patamar dos R$ 4,00. Na mínima, marcou R$ 3,974 (-0,79%), e na máxima R$ 4,010 (-0,19%).

O índice futuro do Ibovespa opera próximo da estabilidade, em baixa de 0,02%, e o dólar opera em leve alta, também próximo da estabilidade com ganho de 0,11%.

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