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Um novo patamar: por que a EQI escolheu o Cirque du Soleil para marcar sua evolução

Um novo patamar: por que a EQI escolheu o Cirque du Soleil para marcar sua evolução

Após anos de crescimento acelerado, corretora aposta em branding e experiência para consolidar novo estágio de marca

Durante anos, a EQI Investimentos foi reconhecida por crescimento acelerado, expansão comercial e ganho consistente de mercado. Em um setor cada vez mais competitivo e pressionado por performance digital, a corretora construiu relevância com estratégia clara de aquisição e escala.

Agora, ao anunciar a parceria com o Cirque du Soleil, a EQI sinaliza algo diferente: não apenas crescimento, mas evolução de posicionamento. Um novo patamar.

Segundo Patrik Castilho, CMO da EQI, o movimento não é casual. Ele nasce de resultado.

“2025 foi um ano muito forte para a gente. Chegamos perto de R$ 700 milhões de faturamento, com crescimento alto ano contra ano. Esse investimento em branding só acontece porque temos solidez e crescimento sustentável.”

Em um mercado onde grande parte dos investimentos em marketing ainda está concentrada em mídia de performance, o passo dado pela EQI marca uma inflexão estratégica. A decisão não parte de ambição estética, mas de maturidade financeira. Este é o primeiro grande investimento estruturado em awareness e construção de marca em larga escala.

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Um passo que, nas palavras do executivo, é também um “statement para o mercado”.

Não se trata apenas de patrocinar um espetáculo. Trata-se de mostrar força institucional e consolidação.

Experiência como estratégia em um mercado digital

O setor financeiro vive uma corrida por eficiência tecnológica. Plataformas digitais evoluem rapidamente, e a disputa por atenção acontece, muitas vezes, em ambientes saturados de estímulos.

Nesse contexto, apostar em cultura e experiência física pode parecer contraintuitivo. Para a EQI, é exatamente o oposto.

“A experiência do cliente vem do relacionamento. Não há tecnologia que substitua o ser humano quando o assunto é proximidade, educação e confiança.”

A tecnologia, segundo Castilho, tem o papel de automatizar tarefas operacionais. Mas o relacionamento continua sendo humano. E é nesse ponto que a estratégia ganha profundidade.

A EQI atende, majoritariamente, clientes de alta renda, private e, cada vez mais, o público wealth. São empresários e executivos que vivem sob alta pressão e tomam decisões relevantes todos os dias. Proporcionar experiências culturais e esportivas não é apenas entretenimento. É contexto. É equilíbrio. É reforço de vínculo.

“É um momento para ele desligar, curtir a família, viver algo sofisticado e diferente. Nosso cliente tem gostos refinados e busca experiências memoráveis.”

O Cirque du Soleil ocupa exatamente esse território: excelência artística, sofisticação e recorrência de público. Quem vai, costuma voltar.

A inspiração por trás do espetáculo

Cirque du Soleil
(Imagem: Divulgação/ Cirque du Soleil)

Existe também uma conexão empreendedora. A história de Guy Laliberté, fundador do Cirque, é vista por Castilho como um exemplo de visão e resiliência.

“Ele transformou o circo no mundo inteiro. Depois vendeu, a companhia passou por dificuldades financeiras e recomprou o negócio. É um empreendedor que entende profundamente de experiência e de cliente.”

A capacidade de reinventar um setor tradicional, criar categoria premium e sustentar relevância por décadas é um paralelo que dialoga com o momento da EQI.

Mais do que entretenimento, o Cirque representa construção de marca global com consistência.

Branding com métrica

No mercado financeiro, decisões precisam ser sustentadas por dados. E internamente, o investimento não é tratado como custo institucional.

“Todos os investimentos da EQI têm métrica. A gente mensura, espera retorno e busca resultado constantemente. Não existe investimento sem expectativa de retorno.”

O patrocínio nasce dentro da mesma disciplina aplicada às estratégias comerciais. O objetivo é claro: fortalecer percepção, ampliar relevância e gerar retorno no médio e longo prazo.

Um marco para os próximos cinco anos

Quando questionado sobre o que essa parceria representa no horizonte estratégico, Castilho é direto: “É um marco. É um grande passo como marca. É um movimento do tamanho do nosso crescimento.”

A EQI decidiu acelerar o próprio estágio. Não apenas crescer em números, mas consolidar reputação institucional e ocupar espaço no território das grandes instituições do mercado financeiro brasileiro.

Se o Cirque reinventou o circo ao criar uma categoria premium, a EQI agora sinaliza que quer consolidar sua presença em um patamar equivalente dentro do setor financeiro.

Patamar não é sobre espetáculo. É sobre onde a marca escolhe competir e permanecer daqui para frente.