A indústria desenvolvedora de tecnologias Intelbras espera movimentar R$ 1,242 bilhão com o IPO (oferta pública inicial).
No segundo protocolado enviado na terça-feira (12) à CVM (Comissão de Valores Imobiliários) a empresa de São José (SC) a empresa definiu a faixa indicativa de seus papéis entre R$ 15,25 a R$ 19,25.
Assim, no ponto mediano, a Intelbras pode levantar os R$ 1,242 bilhão considerando a emissão de todas as ações da oferta base.
A empresa, que está há 44 anos no mercado, pretende fazer oferta primária e secundária de ações.
Segundo a Intelbras, os recursos da oferta primária serão usados para acelerar seu crescimento por meio de aquisições, expansão da sua capacidade industrial e automação de processos produtivos, ampliação de soluções de software as a service e hardware as a service, bem como para expandir canais internos verticais e de varejo.
A oferta de ações está sendo coordenada pelos bancos Banco BTG Pactual S.A., Citigroup Global Markets Brasil, Corretora de Câmbio, Títulos e Valores Mobiliários S.A., Banco Itaú BBA S.A. e Banco Santander (Brasil) S.A.
Sobre a Intelbras
O pedido de IPO foi protocolado em 27 de novembro de 2020.
A empresa é a maior fabricante nacional de câmeras e equipamentos de segurança eletrônica e comunicação do Brasil, segundo o monitoramento Intelbras de dados de importação (Midi).
Conforme o prospecto preliminar, a companhia está presente em 98% dos municípios com potencial de consumo eletrônico no Brasil. Além disso, a Intelbras informou que exporta produtos para diversos países.
A empresa nasceu em Santa Catarina em 1976, quando iniciou suas atividades com a fabricação de centrais e aparelhos eletrônicos. Atualmente, a Intelbras fornece produtos e soluções em segurança eletrônica, controles de acesso, redes, comunicação, energia e energia solar.
Em 30 de setembro do ano passado, a receita líquida da Intelbras totalizou R$ 1,463 bilhão. Ou seja, aumento de 20,2% quando comparado ao período de nove meses findo em 30 de setembro de 2019.






