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TOTVS aprova emissão de R$ 1,5 bilhão em debêntures para alongar dívida

TOTVS aprova emissão de R$ 1,5 bilhão em debêntures para alongar dívida

Papéis destinados a investidores profissionais vencem em 2033 e terão remuneração limitada ao CDI mais 0,59% ao ano

O Conselho de Administração da TOTVS (TOTS3) aprovou a realização de sua sétima emissão de debêntures, no valor total de R$ 1,5 bilhão. A operação foi anunciada pela companhia por meio de fato relevante divulgado nesta quinta-feira (13).

As debêntures serão simples, não conversíveis em ações, da espécie quirografária e emitidas em série única. A oferta pública seguirá o rito de registro automático e será destinada exclusivamente a investidores profissionais, conforme as regras da Comissão de Valores Mobiliários (CVM).

Por não serem conversíveis, os títulos não poderão ser transformados em ações da companhia. A classificação quirografária, por sua vez, significa que os papéis não terão uma garantia real específica vinculada à operação.

“O valor total da emissão será de R$ 1,5 bilhão e as debêntures terão valor nominal unitário de R$ 1 mil na data de emissão. A operação contará com garantia firme de colocação para a totalidade dos papéis”, informou a TOTVS no documento.

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Recursos serão usados para quitar debêntures anteriores

A remuneração dos títulos corresponderá à variação acumulada da taxa dos Depósitos Interfinanceiros (DI), acrescida de uma sobretaxa limitada a 0,59% ao ano. O percentual definitivo do spread será estabelecido durante o procedimento de coleta de intenções de investimento, conhecido como bookbuilding.

As debêntures terão vencimento em 2 de setembro de 2033. O prazo poderá ser antecipado caso ocorram aquisição facultativa para cancelamento de todos os papéis, resgate antecipado ou alguma das hipóteses de vencimento antecipado previstas na escritura da emissão.

Os recursos líquidos captados serão utilizados integralmente no resgate antecipado da quinta emissão de debêntures da TOTVS, realizada em julho de 2024. Na prática, a companhia trocará os títulos existentes pela nova dívida, com prazo mais longo.

“Com esta emissão, a companhia busca otimizar o custo financeiro e alongar o perfil de seu endividamento bruto, preservando sua posição sólida de caixa, tendo em vista que os recursos líquidos obtidos serão integralmente utilizados para o resgate antecipado da totalidade das debêntures da quinta emissão”, afirmou a TOTVS.

A operação terá garantia firme de colocação, pela qual as instituições responsáveis assumem o compromisso de subscrever os títulos caso a demanda dos investidores não cubra integralmente a oferta. As demais condições e os prazos da emissão constam na ata da reunião do Conselho de Administração e na escritura dos papéis.

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