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Petrobras (PETR3, PETR4) desmente pressão do Cade para mudar política de preços

Petrobras (PETR3, PETR4) desmente pressão do Cade para mudar política de preços

Redação EuQueroInvestir

Redação EuQueroInvestir

13 Mai 2022 às 12:28 · Última atualização: 24 Jun 2022 · 3 min leitura

Redação EuQueroInvestir

13 Mai 2022 às 12:28 · 3 min leitura
Última atualização: 24 Jun 2022

Petrobras: empresa em estudo para privatização

Divulgação

A Petrobras (PETR3, PETR4) publicou fato relevante nesta quinta-feira (12) para desmentir informações de que tem negociado com o Cade (Conselho Administrativo de Defesa Econômica) para alterar sua política para os preços dos combustíveis.

“A Petróleo Brasileiro S.A. – Petrobras, em relação às notícias veiculadas na mídia, esclarece que não mantém conversas com o Conselho Administrativo de Defesa Econômica (CADE) sobre mudanças em sua política de preços. A companhia informa também que não tem conhecimento de achados de infrações à ordem econômica nos processos administrativos em curso no CADE. A Petrobras reitera seu compromisso com a prática de preços competitivos e em equilíbrio com o mercado, acompanhando as variações para cima e para baixo, ao mesmo tempo em que evita o repasse imediato da volatilidade para os preços internos”, diz a nota da companhia.

O texto se refere a reportagens publicadas em veículos como a CNN e o Valor Econômico que citam os processos no Cade como forma de pressão feita pelo governo para que a companhia ajuste sua política de formação de preços e evite novos reajustes.

Temor de pressão inflacionária

No início desta semana, a Petrobras reajustou o preço médio do litro do diesel às distribuidoras de R$ 4,51 para R$ 4,91. O anúncio causou críticas e despertou no mercado e temor de que a pressão inflacionária aumente, uma vez que o preço do diesel impacta em toda a cadeia produtiva num país de logística predominantemente rodoviária como o Brasil.

No dia seguinte ao reajuste, oministro das Minas e Energia, Bento Albuquerque, foi substituído na terça-feira por Adolfo Sachsida, ex-assessor do ministério da Economia.

Os processos contra a Petrobras no Cade discutem se a estatal se beneficia de práticas anticoncorrenciais que lhe possibilitariam operar com margens mais lucrativas. Agentes do governo têm pressionado membros do conselho para que uma revisão na política de preços seja imposta como resposta às acusações.

Privatização da Petrobras na pauta

Enquanto isso, Adolfo Sachsida colocou o assunto da privatização da Petrobras novamente em foco. Ele entregou ao ministro da Economia, Paulo Guedes, um estudo que defende a prioridade do governo ao processo de desestatização da empresa.

Os estudos já estavam prontos desde os tempos de Sachsida como assessor na Economia. O novo ministro tem usado ainda o conceito de “função social” da Petrobras para justificar o controle de preços e, ao mesmo tempo, projetar a venda da empresa.

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