“Por que comprar um veículo se eu posso alugar?” é uma frase que faz todo o sentido no mundo atual. Viver confortavelmente e com foco na experiência é um conceito que tem ganhado cada vez mais força entre o consumidor – e também entre as locadoras.
Antes considerado símbolo de status, o automóvel é encarado hoje muito mais como um instrumento de mobilidade e maior produtividade. Essa mudança de cultura foi acelerada com a facilidade de compartilhamento proporcionada por modelos disruptivos de mobilidade e o amplo acesso à internet e tecnologias aplicadas ao mundo virtual.
Em sintonia com a tendência de pagar pelo uso em vez da posse, as locadoras de veículos se tornaram um verdadeiro símbolo dessa nova maneira de enxergar, avaliar e contratar serviços. Na locação, essa moderna visão tem se fortalecido cada vez mais e atraído novos clientes.
O que é algo natural para o turista – pensar na locação diária como solução para seus deslocamentos enquanto estiver viajando – é hoje também uma medida incorporada ao dia a dia de grandes, médias e pequenas empresas.
Um florista que precise manter um sistema periódico de entregas não precisa necessariamente ter um carro para executar esse serviço. Com a locação, ele evita despender uma soma considerável na aquisição de um veículo e arcar ainda com outras despesas decorrentes da compra, como financiamentos, manutenção, seguro, pagamento de impostos e depreciação – todas elas gastos sem qualquer ligação com a atividade-fim do negócio.
Uma vez que a locação se consolida entre nós como serviço, o consumidor passa a entender que encontra sempre na locadora automóveis novos e prontos para serem utilizados nas mais diferentes situações, como: viagens de negócios, carro-reserva, emergências etc.
Nesse ciclo, a incorporação de facilidades tecnológicas amplia as possibilidades das locadoras que se adaptam a esses novos tempos, à medida que as empresas adotam a contratação por meio de plataformas e o foco na agilidade de entrega e retirada do veículo, entre outros ganhos ao consumidor.
É ele que, no final das contas, justifica todas essas mudanças também por parte das empresas.
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