O agronegócio tem imagem positiva na sociedade brasileira, embora haja ressalvas das pessoas mais velhas em relação ao impacto ambiental provocado pela atividade. A informação foi obtida pela pesquisa Percepções Sobre o Agro, realizada pelo Movimento Todos a Uma Só Voz.
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O levantamento foi realizado pela BrazilPanels e ouviu 4.215 pessoas de todo o país. Destes, 68% declaração admiração pelo agronegócio, o que colocou o setor em terceiro lugar entre os mais admirados pela população. Veja abaixo a avaliação dos setores da economia incluídos na pesquisa comparativa:
- alimentos e bebidas – 71%
- tecnologia – 70%
- agronegócio – 68%
- atacado/varejo – 68%
- saúde – 67%
- saneamento – 66%
- energia – 64%
- automotivo – 60%
- serviços financeiros – 58%
- mineração/siderurgia – 51%
Apenas 7% das pessoas afirmaram não admirar o agro, ante 4% nos casos de alimentos e bebidas e também de tecnologia. Os alimentos são considerados a principal imagem associada ao setor, segundo 78% dos entrevistados.
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Preocupação com o impacto ambiental do agronegócio
Ainda que a imagem de setor seja positiva, os entrevistados mostram preocupação com o impacto ambiental da atividade. No recorte de entrevistados de 30 a 59 anos, o agronegócio é um dos principais responsáveis pelos problemas ambientais na visão de 38% dos entrevistados, o dobro do percentual no total da amostra, de 19%.
Em outra questão sobre o tema, 31% dos entrevistados de 30 a 59 anos acreditam que o setor utiliza recursos hídricos de maneira insatisfatória.
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Na área de “top of mind” da pesquisa, a maioria das empresas mais lembradas vem do ramo da alimentação, com predominância dos nomes comerciais. A JBS (JBSS3) foi a mais lembrada, seguida por Ambev (AMBV3), Friboi (marca que pertence à JBS), Sadia (cuja marca corporativa é BRF, negociada na B3 com o ticker BRFS3) e Bunge, que não tem negociação na B3.
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