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Juliano Custódio, CEO da EQI, investe em hub de gestão de youtubers

Juliano Custódio, CEO da EQI, investe em hub de gestão de youtubers

O empresário Juliano Custódio, fundador e CEO da EQI Investimentos, comprou uma participação na Curta, que gerenca a carreira de influenciadores digitais.

O empresário Juliano Custódio, fundador e CEO da EQI Investimentos, comprou uma participação na Curta, hub de gestão de carreira de influenciadores digitais. A empresa hoje tem no seu portfólio 19 youtubers que somam cerca de 121 milhões de seguidores inscritos e 1,2 bilhão de visualizações por mês.

Os investimentos de Custódio estão sendo feitos como pessoa física, mas o empresário já vislumbra uma grande sinergia com a EQI, que vem ampliando investimentos na produção de conteúdo como parte do projeto de se tornar uma corretora.

Hoje, a empresa tem R$ 14,5 bilhões sob custódia e R$ 1,5 bilhão sob gestão. Há duas semanas, a EQI anunciou a compra de 49% da casa de análise Monett.

Foco em produtos para jovens

Ao site Neofeed, Custódio afirmou que o investimento em youtubers e influenciadores digitais faz parte da estratégia de atrair o público jovem para a EQI. Num primeiro momento, a ideia é oferecer ações voltadas diretamente a esse público, como produtos ligados a Previdência.

A maioria dos youtubers agenciados pela Curta são ligados ao universo gamer. Entre eles, destacam-se:

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  • Robin Hood Gamer (18,5 milhões de inscritos)
  • Jazzghost (12,2 milhões de inscritos)
  • Lipão Gamer (11,3 milhões de inscritos)

Vitor Rabello, sócio da Curta, afirma que a empresa tem “meio Brasil de seguidores inscritos”, ao se referir ao número de 121 milhões de seguidores dos canais agenciados pela empresa. Pedro Gelli, youtuber e cofundador, tem três canais e, além de falar de jogos, ensina seus seguidores a ganhar dinheiro com produção de conteúdo.

Trazer os “clientes do futuro” para a EQI

O público ligado aos games está no foco do mercado financeiro. Grandes players do setor têm se movimentado para se aproximar dos chamados “clientes do futuro”. O Itaú Unibanco, por exemplo, criou uma conta digital voltada especificamente para jogadores, além de patrocinar competições e equipes de nível nacional.

A Curta hoje gerencia as atividades de seus influenciadores, cuidando da intermediação e análise de contratos, busca de oportunidades de licenciamento e novos projetos. O objetivo é deixar os criadores livres para a produção.

Previsões ousadas de faturamento

Custódio conheceu a Curta por meio de Gelli, que é cliente da EQI desde 2017. Vitor Rabello, também sócio da EQI, foi o primeiro a aderir à empresa, levando, como diz, o conceito de “partnership” do mercado financeiro para a empresa. Agora, Custódio também se associou à Curta, que hoje tem faturamento estimado em R$ 1,5 milhão por mês.

A meta da Curta é chegar a 30 influenciadores até o fim do ano e ampliar o faturamento para R$ 32 milhões, mas Rabello tem metas para ambiciosas: acredita que a empresa pode tornar-se um “unicórnio”, nome dado às startups com faturamento bilionário que acabam abrindo o capital. Para ele, a Curta pode chegar a um faturamento de R$ 300 milhões.

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