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Juliano Custódio, CEO da EQI, investe em hub de gestão de youtubers

Juliano Custódio, CEO da EQI, investe em hub de gestão de youtubers

Redação EuQueroInvestir

Redação EuQueroInvestir

20 Abr 2022 às 13:26 · Última atualização: 24 Jun 2022 · 3 min leitura

Redação EuQueroInvestir

20 Abr 2022 às 13:26 · 3 min leitura
Última atualização: 24 Jun 2022

Juliano Custodio

O empresário Juliano Custódio, fundador e CEO da EQI Investimentos, comprou uma participação na Curta, hub de gestão de carreira de influenciadores digitais. A empresa hoje tem no seu portfólio 19 youtubers que somam cerca de 121 milhões de seguidores inscritos e 1,2 bilhão de visualizações por mês.

Os investimentos de Custódio estão sendo feitos como pessoa física, mas o empresário já vislumbra uma grande sinergia com a EQI, que vem ampliando investimentos na produção de conteúdo como parte do projeto de se tornar uma corretora.

Hoje, a empresa tem R$ 14,5 bilhões sob custódia e R$ 1,5 bilhão sob gestão. Há duas semanas, a EQI anunciou a compra de 49% da casa de análise Monett.

Foco em produtos para jovens

Ao site Neofeed, Custódio afirmou que o investimento em youtubers e influenciadores digitais faz parte da estratégia de atrair o público jovem para a EQI. Num primeiro momento, a ideia é oferecer ações voltadas diretamente a esse público, como produtos ligados a Previdência.

A maioria dos youtubers agenciados pela Curta são ligados ao universo gamer. Entre eles, destacam-se:

  • Robin Hood Gamer (18,5 milhões de inscritos)
  • Jazzghost (12,2 milhões de inscritos)
  • Lipão Gamer (11,3 milhões de inscritos)

Vitor Rabello, sócio da Curta, afirma que a empresa tem “meio Brasil de seguidores inscritos”, ao se referir ao número de 121 milhões de seguidores dos canais agenciados pela empresa. Pedro Gelli, youtuber e cofundador, tem três canais e, além de falar de jogos, ensina seus seguidores a ganhar dinheiro com produção de conteúdo.

Trazer os “clientes do futuro” para a EQI

O público ligado aos games está no foco do mercado financeiro. Grandes players do setor têm se movimentado para se aproximar dos chamados “clientes do futuro”. O Itaú Unibanco, por exemplo, criou uma conta digital voltada especificamente para jogadores, além de patrocinar competições e equipes de nível nacional.

A Curta hoje gerencia as atividades de seus influenciadores, cuidando da intermediação e análise de contratos, busca de oportunidades de licenciamento e novos projetos. O objetivo é deixar os criadores livres para a produção.

Previsões ousadas de faturamento

Custódio conheceu a Curta por meio de Gelli, que é cliente da EQI desde 2017. Vitor Rabello, também sócio da EQI, foi o primeiro a aderir à empresa, levando, como diz, o conceito de “partnership” do mercado financeiro para a empresa. Agora, Custódio também se associou à Curta, que hoje tem faturamento estimado em R$ 1,5 milhão por mês.

A meta da Curta é chegar a 30 influenciadores até o fim do ano e ampliar o faturamento para R$ 32 milhões, mas Rabello tem metas para ambiciosas: acredita que a empresa pode tornar-se um “unicórnio”, nome dado às startups com faturamento bilionário que acabam abrindo o capital. Para ele, a Curta pode chegar a um faturamento de R$ 300 milhões.

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