É o famoso “reduzir o footprint” — que traduzindo é: tirar gente da rua e empurrar pro app.
Só que tem um detalhe engraçado (pra quem não paga a conta):
Mesmo fechando agência, a despesa não caiu. Em alguns casos, subiu bonito.
O Bradesco foi o campeão do fechamento: -1.356 unidades (-28,2%), terminou o ano com 3.450 pontos.
E mesmo assim, o gasto operacional total subiu 8,5% em 2025, pra R$ 64,35 bi — puxado por pessoal (+9,7%).
No Itaú Unibanco, as despesas foram a R$ 66,762 bi (+7,5%) e o gasto com tecnologia (pessoal + infra) subiu 18,2%.
O Santander foi o que mais “segurou”: despesas -0,8%, pra R$ 26,041 bi, mesmo com tecnologia e expansão subindo e corte no restante.
E aí vem a parte que muita gente finge que não entendeu:
fechar agência não é redução de custo automática.
Você só troca o tipo de custo: sai aluguel e manutenção, entra tecnologia, gente qualificada, segurança, produto, atendimento digital… e a máquina continua cara.
👉🏻 Pra mim, a pergunta não é “quantas agências fechou”.
Seria: o banco ficou mais leve… ou só ficou mais digital com a mesma gordura?






