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Ibovespa futuro: Petróleo cai pelo 3º dia e impulsiona futuros em NY

Ibovespa futuro: Petróleo cai pelo 3º dia e impulsiona futuros em NY

Dólar opera perto da máxima em sete semanas e os rendimentos dos Treasuries avançam, combinação que pressiona os ativos emergentes

O Ibovespa futuro opera em queda de quase 0,4% com petróleo recuando pelo terceiro pregão consecutivo nesta sexta-feira (18), movimento que alivia as preocupações com a oferta e favorece a alta dos futuros em Nova York. As bolsas europeias caem, enquanto as asiáticas fecharam majoritariamente em alta.

No câmbio e nos juros, a direção é outra. O dólar opera perto da máxima em sete semanas e os rendimentos dos Treasuries avançam. O minério de ferro fechou em alta de 0,70%, a ¥ 715,50 por tonelada, o equivalente a US$ 106,67.

Petróleo em queda divide o Ibovespa

“O avanço dos futuros americanos pode favorecer o Ibovespa, mas a queda do petróleo deve limitar ações ligadas à commodity”, aponta a Ágora Investimentos. O índice entra na sessão com forças opostas: o apetite por risco vindo de fora puxa para cima, enquanto as petroleiras jogam contra.

O real e a curva de juros seguem no centro das atenções. Três fatores entram no cálculo do dia: o fluxo cambial, os leilões do Banco Central e o vencimento de opções sobre ações na B3, que costuma elevar o volume negociado.

Análise técnica

O Ibovespa segue consolidando abaixo da resistência dos 187.700 pontos, com o IFR em desaceleração após atingir a região de sobrecompra. Apesar da perda de momentum, o índice permanece acima das médias móveis e preserva a tendência de alta.

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A superação dos 187.700 pontos pode favorecer continuidade em direção aos 199.380 pontos, enquanto os 180.700 pontos seguem como suporte relevante no curto prazo.

A recomendação do dia fica com a Axia Energia (AXIA3), com compra entre 55,62 e 55,90. O primeiro objetivo está em 57,25, com ganho estimado entre 2,42% e 2,93%, e o segundo em 60,99, entre 9,11% e 9,65%. O stop foi marcado em 53,39, o que representa perda estimada entre 4,01% e 4,49%.