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Futuros de NY sobem e Europa desce com conflito EUA-Rússia esquentando

Futuros de NY sobem e Europa desce com conflito EUA-Rússia esquentando

Os Futuros de Nova York sobem nesta manhã de quinta-feira (20) e as bolsas na Europa descem com o conflito EUA-Rússia se intensificando.

Ontem, o presidente Joe Biden disse que espera que o presidente russo, Vladimir Putin, ordene uma invasão à Ucrânia e alertou que “um desastre” espera a Rússia se isso acontecer.

Segundo a CNBC, os comentários de Biden vieram depois que as agências de inteligência alertaram que tal ataque poderia acontecer dentro de um mês.

Às 6h50 o Dow Jones subia 0,27%, o S&P 500 subia 0,35% e a Nasdaq subia 0,63%.

Na Europa, o DAX, da Alemanha, caía 0,12%, o FTSE 100, de Londres, caía 0,20%, e o CAC 40, da França, caía 0,48%. Já o FTSE MIB, da Itália, subia 0,15%, e o Stoxx600 caía, 0,18%.

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Na Ásia, o Nikkei, do Japão, subia 1,11%, o Shanghai, de Xangai, caía 0,09%, e o HSI, de Hong Kong, subia 3,42%. Já o ASX 200, da Austrália, subia 0,14%, e o Kospi, da Coréia do Sul, subia 0,72%.

Do lado das commodities, o petróleo tipo Brent caía 0,51%, cotado a US$ 85,52, e o tipo WTI caía 0,42%, cotado a US$ 85,44. Já o ouro caía 0,18%, cotado a US$ 1.839,80, e o minério subia 1,30%, cotado a US$ 116,99.

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O que tá rolando?

Nos Estados Unidos, os grandes bancos regionais Regions Financial e Fifth Third divulgarão seus lucros nas próximas horas, bem como a American Airlines, Union Pacific e Baker Hughs. O balanço da Netflix está entre os mais aguardados do dia.

Em relação aos dados econômicos, serão divulgados números sobre pedidos de auxílio-desemprego e vendas de casas existentes.

No mercado financeiro, a turbulência deste ano nas ações de tecnologia, desencadeada por um aumento nos rendimentos na primeira semana de janeiro, continua, principalmente com o rendimento do Tesouro dos EUA de 10 anos em alta de 1,9%. Começou o ano em cerca de 1,5%.

Segundo analistas, não há motivo para pânico, e os mercados podem se ajustar às mudanças nas taxas de juros.

Europa

Na Europa, as preocupações com a inflação dominaram os mercados em todo o mundo nos últimos meses, e os investidores estão nervosos com a trajetória do Federal Reserve (Fed) de aumentar as taxas de juros e apertar sua política monetária ultra frouxa da era da pandemia.

Em toda a zona do euro as preocupações com os preços continuaram em destaque, já que os dados mostraram que a taxa de inflação do Reino Unido disparou para uma alta de 30 anos em dezembro, com custos de energia mais altos, demanda ressurgente e problemas na cadeia de suprimentos continuando a aumentar os preços ao consumidor.

Ásia

Na Ásia, o Banco Popular da China reduziu a taxa básica de juros dos empréstimos de um ano em 10 pontos base de 3,8% para 3,7%. Em dezembro, o PBOC cortou a taxa básica de juros dos empréstimos de um ano pela primeira vez desde abril de 2020.

Já a taxa básica de juros dos empréstimos de cinco anos foi reduzida em 5 pontos base de 4,65% para 4,6% – foi o primeiro corte desde abril de 2020, no auge da pandemia de coronavírus no país.

Dados comerciais mostraram que as exportações do Japão aumentaram 17,5% em dezembro em comparação com o ano anterior.

Brasil

No Brasil, a IFI (Instituição Fiscal Independente) projeta uma piora no déficit primário do governo central em 2022. A informação é da Folha de S.Paulo.

O resultado de 2021 deve ficar negativo em R$ 38,2 bilhões, melhor resultado desde 2014, mas, para 2022, a instituição projeta déficit de R$ 106,2 bilhões, acima dos R$ 79,4 bilhões previstos no Orçamento aprovado pelo Congresso.

A IFI também estima que o gasto total do Auxílio Brasil para 2022 (R$ 89,1 bilhões) será praticamente igual à despesa de 2021 com Bolsa Família, Auxílio Emergencial e o próprio Auxílio Brasil no final do ano (R$ 90 bilhões).

O Estadão destaca que quase a metade das negociações salariais do setor privado perdeu para a inflação em 2021.

Esse foi pior resultado em quatro anos, desde que o Dieese começou, em 2018, a avaliar as negociações inseridas na base de dados do Mediador do Ministério do Trabalho.

Se for considerada uma série mais longa, iniciada em 1996 e que leva em conta uma amostra menor, de 800 categorias, o resultado foi o mais fraco desde 2003.

Ibovespa: empresas

O Ibovespa encerrou a sessão do dia 19 em alta de 1,26%, aos 108.013,47 pontos, e o dólar à vista em queda de 1,70%, cotado em R$ 5,4659.

  • Confira as 3 maiores altas do dia 19:

?#LWSA3  +12,65%  (R$ 8,64)

?#AMER3  +9,90%  (R$ 33,20)

?#LAME4  +9,41%  (R$ 6,28)

  • Confira as 3 maiores baixas do dia 19:

?#EMBR3  -2,79%  (R$ 20,58)

?#COGN3  -2,22%  (R$ 2,20)

?#AZUL4  -1,33%  (R$ 25,27)

Mercados de Nova York

  • Dow Jones: +0,27%
  • S&P: +0,35%
  • Nasdaq: +0,63%

Mercados Europa

  • DAX, Alemanha: -0,12%
  • FTSE, Reino Unido: -0,20%
  • CAC, França: -0,48%
  • FTSE MIB, Itália: +0,15%
  • Stoxx 600: -0,18%

Mercados Ásia

  • Nikkei, Japão: +1,11%
  • Xangai, China: -0,09%
  • HSI, Hong Kong: +3,42%
  • ASX 200, Austrália: +0,14%
  • Kospi, Coreia: +0,72%

Petróleo

  • Brent (dezembro 2021): US$ 85,52 (-0,51%)
  • WTI (novembro 2021): US$ 85,44 (-0,42%)

Ouro

  • Ouro futuro (dezembro 2021): US$ 1.839,80 (-0,18%)

Minério de ferro

  • Bolsa de Dalian: US$ 166,99 (+1,30%)