O fundo imobiliário CSHG Logística (HGLG11) firmou um compromisso de compra de quatro galpões pertencentes do fundo GTIS Brazil Logistics (GTLG11) por cerca R$ 1,38 bilhão, o equivalente a R$ 4.086,08 por metro quadrado. Os galpões localizam-se na região metropolitana de São Paulo, sendo dois em Embu das Artes, um em Barueri e outro em Cajamar.
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Do montante, R$ 578,85 milhões foram pagos à vista, enquanto o restante (R$ 800 milhões) será pago após o cumprimento das condições precedentes. Desse valor, R$ 30 milhões serão pagos em dinheiro e o restante será realizado por meio de CRIs (Certificados de Recebíveis Imobiliários)..
Cerca de R$ 360,3 milhões referentes â entrada foram destinados ao pré-pagamento de CRIs do GTLG, que anunciou uma amortização de R$ 31,23 por cota, a ser paga em 15 de agosto. Os cotistas do GTLG11 deverão enviar ao administrador o custo médio de aquisição das cotas para fins de apuração do imposto de renda a ser recolhido na fonte (20% do lucro em relação ao valor pago na aquisição).
Enquanto o negócio não for concluído, o HGLG11 já começa a receber 42% das receitas dos imóveis, todos eles com contratos em vigor..O fundo usou para o negócio a verba captada em sua nona emissão de cotas, concluída em junho.
“É uma notícia positiva, pois aumenta a diversificação do portfólio do HGLG11 em São Paulo e está sendo realizada com os recursos da última emissão do Fundo. Outros FIIs, como CPTS11 e MXRF11, deverão auferir ganhos de capital importantes com a venda, visto que são cotistas do GTLG11”, explica Carol Borges, analista de Fundos Imobiliários da EQI Research.
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CSHG Logística (HGLG11): mais sobre o fundo
Em seu último relatório gerencial, divulgado em junho, o fundo apresentava valor patrimonial de R$ 3,6 bilhões, o equivalente a R$ 153,86 por cota, com alavancagem em torno de 8% e propriedade integral de 17 imóveis, além de participação em outros três.
Ao todo, o fundo apresentava uma área bruta locável próxima de 1 milhão de metros quadrados, com vacância física de 15,4% e vacância financeira de 8,2%. Os quatro novos imóveis adquiridos, juntos, acrescentam cerca de 246 mil metros quadrados a esse patrimônio.
No pregão desta quinta-feira, as cotas do HGLG11 eram negociadas no patamar próximo a R$ 164, um ágio de 6,5% em relação ao valor patrimonial de junho.

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