Alexa é um equipamento eletrônico que atua como um assistente virtual inteligente.
Seu desenvolvimento foi realizado por uma das subsidiárias da Amazon.com.
Dentre as suas funções, ela consegue configurar alarmes, informar sobre trânsito, clima e controla aparelhos inteligentes e sistemas.
O dispositivo usa inteligência artificial, paralelo a isso a Amazon disponibiliza uma equipe de técnicos para fazer a calibragem do sistema.
Nesse contexo, eles trabalham ouvindo os pedidos dos usuários para melhorar a performance do equipamento.
Então, o que ocorre, conforme notícia do Bloomberg, realizado por Stephanie Bodoni em Luxemburgo e que contou com a colaboração Natalia Drozdiak, compartilhado pelo Yahoo Finanças, é que esse cenário levantou preocupações referentes a privacidade em todo o mundo.
Tal preocupação ocorre devido funcionários dessas empresas terem acesso às conversas íntimas dos usuários.
A tecnologia também é utilizado por outras empresas, como o Google e a Amazon, o demandado cuidado por parte de reguladores da União Europeia, os quais estão se articulando para policiar assistentes virtuais.
Por conseguinte, essa preocupação foi reforçada, segundo o Yahoo Finanças, após ter sido revelado que alguns funcionários da Amazon.com estivessem espionando diálogos com os dispositivos Alexa.
Segundo o portal, tais revelações ficaram evidentes após o Regulamento Geral de Proteção de Dados foi sancionado, lei que também deu mais poder às entidades reguladoras europeias.
Dentre as sanções que podem ser impostas têm-se multa de até 4% sobre valor faturado globalmente pela empresa em caso de violações graves.
Nesse contexto, as autoridades da UE que lidam com privacidade estão buscando medidas para reforçar o policiamento junto aos assistentes virtuais após essas revelações de espionagem.
Pronunciamento das empresas
A publicação informa que a Amazon não se manifestou sobre o que foi apurado sobre os assistentes digitais.
Também, a Apple informou, em agosto, que após as preocupações de seus clientes advindas de funcionários da empresa ouvirem suas conversas.
Portanto, a intervenção humana nos processos relativos à questão foi suspensa e iniciaram retificação nas políticas e práticas.
O Google não respondeu à solicitação de resposta feita pela reportagem em tempo hábil.






