O ator Steven Seagal pagará uma multa de US$ 314 mil (aproximadamente R$ 1,3 milhão) depois de firmar acordo com a Comissão de Valores Mobiliários dos EUA (SEC, na sigla em inglês) para colocar um ponto final em uma processo judicial por promover uma oferta de bitcoins sem informar aos reguladores e ocultar os recebimentos.
De acordo com a SEC, o ator violou as regras sobre a comercialização de valores mobiliários por não comunicar a oferta que recebeu de US$ 250 mil em dinheiro e US$ 750 mil em criptomoedas para promover uma oferta inicial da Bitcoiin2Gen (ICO). Com informações da EFE.
Seagal fez anúncios e publicações em suas contas de rede social que estimularam as pessoas a “não perderem” a Bitcoiin2Gen (ICO) e a publicação de um comunicado à imprensa intitulado “o mestre zen Steven Seagal tornou-se embaixador da marca Bitcoiin2Gen”.
Steven Seagal não negou ou admitiu as acusações, mas aceitou devolver US$ 157 mil, o valor recebido dessa empresa, mais juros, e o pagamento de multa de US$ 157 mil. Além disso, concordou em não promover títulos por 3 anos, digitais ou não.
Segundo relatório da SEC em 2017, as moedas vendidas na OIC podem ser consideradas títulos, dessa forma sua publicidade se encaixa em outra categoria de restrições e obriga celebridades ou qualquer individuo que promova uma criptomoeda a divulgar a natureza e o valor da cremuneração recebida.
“As celebridades não podem usar sua influência nas redes sociais para promover valores sem divulgar adequadamente sua remuneração”, inforrmou a chefe da Unidade Cibernética da Divisão de Conformidade com a SEC, Kristina Littmann.
O ator de 67 anos tem sido alvo de críticas após ter sido citado em supostos casos de assédio sexual, a grande admiração pelo presidente russo Vladimir Putin e sua participação em grupos armados de voluntários que vigiam a fronteira com o México para combater a imigração ilegal.
Steven Segal tornou-se uma figura controversa depois de ter sido mencionado em supostos casos de assédio sexual no mundo do cinema, a grande admiração pelo presidente da Rússia, Vladimir Putin, e sua participação em grupos armados de voluntários que monitoram a fronteira com o México para combater a imigração ilegal.






