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“Somos um modelo para o mundo”, diz Trump em Davos

“Somos um modelo para o mundo”, diz Trump em Davos

O presidente dos EUA, Donald Trump, discursou essa manhã (21) no Fórum Econômico Mundial de Davos, na Suíça. De olho nas eleições, Trump focou o seu discurso nos trabalhadores, mulheres e estudantes universitários. E Ressaltou que, em seu país não há “espaço para pessimistas”. “Meu país vive uma explosão econômica sem precedente na sua história. […]

O presidente dos EUA, Donald Trump, discursou essa manhã (21) no Fórum Econômico Mundial de Davos, na Suíça. De olho nas eleições, Trump focou o seu discurso nos trabalhadores, mulheres e estudantes universitários. E Ressaltou que, em seu país não há “espaço para pessimistas”.

“Meu país vive uma explosão econômica sem precedente na sua história. Estamos prosperando, florescendo como nunca antes”, declarou Trump na abertura de seu discurso. Na sequência, destacou os acordos comerciais fechados com a China, México e Canadá.

“Ano passado os EUA concluíram 12 acordos, entre eles, acordos justos para os EUA e China, México e Canadá. Estamos apresentando propostas de acordos comerciais justas para o século XXI”.

Donald Trump reconheceu que, no início de seu governo o crescimento foi lento, mas atribuiu isso as “desastrosas” gestões anteriores.

“Começamos com um crescimento lento, milhões de trabalhadores se sentiam esquecidos e haviam perdido a fé no sistema”, lembrou o mandatário. “O pessimismo estava se enraiando nas mentes dos líderes, filósofos e experts. E agora podemos confiar mais no futuro da América”, comemorou Trump.

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“Eu sabia que se liberássemos o potencial do nosso povo, que se reduzisse os impostos, fizesse acordos justos, que a prosperidade se daria em velocidade recorde. E nós criamos 7 milhões de empregos, em um tempo mais rápido do que prevíamos. Estamos construindo uma economia mais inclusiva possível”, analisou Trump.

O presidente dos EUA também destacou o baixo desemprego entre as mulheres. “A taxa de desemprego entre as mulheres é a mais baixa desde 1953”, declarou, para depois destacar a alta empregabilidade entre os trabalhadores com menos formação. “Os trabalhadores com diploma secundário possuem a taxa de desemprego mais baixa da história da América. Os investimentos no ensino secundário e universitário estão crescendo cada vez mais”, disse Donald Trump.

Também comemorou a baixa taxa de desemprego. “Nunca imaginamos uma taxa de desemprego tão baixa. 2 milhões de pessoas saíram do sistema de benefício em três anos. EUA está se tornando maior e mais forte do que nunca”, disse.

O fechamento de milhares de fábricas nas gestões anteriores foi alvo de crítica de Trump. “As administrações anteriores perderam 60 mil fabricas, isso é inimaginável! Quando cheguei (à presidência) eu pensei: como é que deixaram isso acontecer?”, criticou. “E hoje criamos 12 mil fábricas e esperamos abrir mais, mais modernas e sofisticadas”, comemorou.

Trump também falou sobre o aumento das pensões, das bolsas para universidades e declarou que, todas essas “cifras mostram o EUA como a potência mais forte” e como uma nação competitiva, mas que busca acordos comerciais justos, onde nenhum país sai prejudicado, em clara alusão a China e a questão da propriedade intelectual.

“Os acordos comerciais podem ter um resultado tremendo para o futuro, as cifras são enormes, todas as empresas estão voltando ao meu país, muito obrigado! O ambiente econômico nos EUA: não há igual no mundo”, celebrou Trump.

Porém, o presidente dos EUA disse que todo esse crescimento só pode dar certo quando os “trabalhadores e seu bem-estar estão no centro das preocupações do governo” e afirmou que o “bem-estar dos trabalhadores é uma prioridade” em seu governo.

Democracia e liberdade

No segundo momento de seu discurso, sem citar nome de países, Trump ressaltou a liberdade e a democracia e de que sua gestão está disposta a “levar luz” onde não há e citou os EUA como um exemplo a ser seguido.

“Hoje o modelo americano é um modelo para o todo o mundo no século XXI. Um sistema que visa benefícios aos trabalhadores e suas famílias, às crianças e aos jovens”, para então falar das reformas administrativas e de como elas serão benéficas as futuras gerações.

“Fizemos reformas e cortes fiscais, e estes foram os mais importantes. Somos um modelo neste sentido, queremos que a atenção as crianças seja a mais sensível. e estamos ajudando os países que trabalham nisso. Queremos que as crianças tenham um futuro. Queremos que os cidadãos sejam livres da burocracia e queremos ensinar isso a outros países. Queremos a liberdade em todo o país”, avisou Trump.

Propriedade intelectual

Donald Trump também focou parte de seu discurso sobre o acordo comercial com a China e reafirmou o mote de sua campanha que, os acordos anteriores eram “desastrosos” e que fizeram os EUA perderem bilhões no passado.

“A ação predatória da china era ruim para todos e ninguém fazia nada. A China nos fez perder em propriedade intelectual. Nossa situação com a China hoje é a melhor, sim, teve momentos difíceis, mas agora é temos uma ótima relação”, comentou Trump para, posteriormente, destacar os acordos bilaterais com o México e com o Canadá, o qual, segundo Trump, todos os saíram ganhando.

“Fizemos acordos que refletem os nossos valores. Antes se priorizava a exteriorização do trabalho, perdemos plantas de fábricas, agora não é mais assim. Eu queria que os trabalhadores americanos tivessem atenção especial e fizemos acordo ótimos acordos com o México e Canadá que refletem esse objetivo”, explicou Trump.

Ainda sobre a questão das relações comerciais internacionais, Trump disse que a defesa da propriedade intelectual é “o desafio do século XXI” e saudou o Primeiro Ministro do Reino Unido, Boris Johnson, o qual classificou como “fantástico” e avisou que os EUA estão ansiosos para fazer excelentes acordos comerciais.

Pessimismo ambiental, energia limpa e países hostis

Por fim, Donald Trump afirmou que os EUA não precisam mais exportar recursos naturais de “países hostis”, em clara referência ao Irã e Venezuela, e que sua administração segue focada no desenvolvimento de energia limpa e anunciou o investimento de $ 1 bilhão de dólares em estudos sobre.

Destacou também que o seu país “cuida muito bem de seus recursos naturais” e que todas as previsões catastróficas de grupos ambientalistas não se concretizaram e ainda criticou esses grupos ao afirmar que “querem acabar com a economia” americana.

“O EUA será sempre um defensor da liberdade, de uma economia forte e vibrante, onde os pessimistas não têm chance! Obrigado e que Deus defenda a América”, finalizou Donald Trump.