Se a ideia de separar o ministério da Justiça e da Segurança Pública em dois der certo por Bolsonaro, Sérgio Moro terá seu orçamento reduzido. Em cerca de 79%, segundo reportagem do Congresso em Foco. A ideia de dividir o “superministério” começou a ser debatida em um encontro de Bolsonaro com seus secretários de segurança pública.
Ao terminar a reunião na quarta-feira (22), o presidente realizou um live na qual comentou que está estudando recriar o Ministério da Segurança Pública. Já na quinta (23), Bolsonaro falou novamente sobre o assunto, afirmando que se houvesse a reformulação, Sérgio Moro ficaria com a Justiça.
Moro comanda no momento o 8º maior orçamento do Governo. Com uma verba de R$ 13,9 bilhões prevista para 2020. Grande parte desse valor, se houver a divisão vai aos órgãos que antes faziam parte do ministério da Segurança Pública. Segundo as informações da reportagem do Congresso em Foco.
Como o Departamento de Polícia Federal com R$ 5,3 bilhões, o Departamento de Polícia Rodoviária Federal com R$ 3,9 bilhões. Além do Fundo Penitenciário Nacional com R$ 308 mil e o Fundo Nacional de Segurança Pública com R$ 1,5 bilhões.
Estes órgãos voltariam a funcionar separadamente, assim restaria em torno de R$ 3 bilhões para Moro. Indo para a 12ª verba entre os ministérios. No entanto, esse número pode diminuir ainda mais. Ao ser adicionado os gastos de administração direta, que iriam ser divididos entre duas pastas (R$ 14 bilhões).
Para o ministro que assumir a Segurança Pública no entanto, o orçamento vai continuar tranquilo. Entre os ministérios que possuem mais verba, tendo a disposição cerca de 14 bilhões. Indo para a 10ª posição entre 18 os ministérios.






