A Rumo (RAIL3) registrou lucro líquido de R$ 175 milhões no balanço do primeiro trimestre (1TRI21).
Um ano antes, a companhia havia registrado prejuízo líquido de R$ 274 milhões.
O resultado financeiro da Rumo foi uma despesa líquida de R$ 205 milhões no 1TRI21, ante um resultado negativo de R$ 531 milhões no 1TRI20.
O volume transportado no 1TRI21 foi de 13,9 bilhões de TKU, 12,8% acima do 1TRI20, com destaque para o aumento do volume em 16,4% na Operação Norte.
Rumo (RAIL3) : principais números do balanço do 1TRI21
Lucro líquido
- Lucro 1TRI21: R$ 175 milhões
- Prejuízo 1TRI20: R$ 274 milhões
Ebitda
Receita líquida
- Receita 1TRI21: 1,74 bilhão
- Receita 1TRI20: 1,42 bilhão
Ebitda avança 44,2%
O Ebitda da Rumo (RAIL3) no balanço do 1TRI21 atingiu R$ 832 milhões, alta de 44,2% sobre a base anual.
Segundo a companhia esse resultado é reflexo da melhora da receita líquida e de uma boa performance de custos.
A margem Ebitda registrou avanço de 7,2 p.p., com 47,7% no 1TRI21 ante margem de 40,5% no balanço do 1TRI20.
Receita cresce 22,6%
No balanço do 1TRI21, a Rumo (RAIL3) registrou uma receita de R$ 1,74 bilhão, aumento de 22,6% sobre o mesmo período do ano passado.
A tarifa na Operação Norte (+3,1%) sofreu impacto de mix, já que o crescimento no volume de fertilizantes e de produtos industriais reduziram a tarifa média.
Na Operação Sul (+17,5%), o impacto positivo em tarifa foi decorrente da concentração dos volumes em março, mês com tarifas mais altas, e da maior safra no RS.
Custos e endividamento
O custo variável subiu 21,5%, em razão dos maiores volumes e do aumento do preço do combustível.
Os custos fixos e despesas gerais e administrativas subiram 9,5%, em razão: da entrada da Malha Central em operação, e expansão do terminal de Rondonópolis, dos efeitos de inflação e do dissídio.
O endividamento líquido fechou em R$ 8,1 bilhões. Com isso, a alavancagem da Rumo (RAIL3) atingiu 2,0x (dívida líquida abrangente/Ebitda).






