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Radar: PETR4 fecha acordos com BRKM5 e CPLE6; ODPV3 faz aquisição

Radar: PETR4 fecha acordos com BRKM5 e CPLE6; ODPV3 faz aquisição

O Radar corporativo destaca que a Petrobras (PETR3 PETR4) fechou novos contratos com a Braskem (BRKM5) para fornecimento de nafta petroquímica e com a Copel (CPLE6) para abastecimento de gás natural.

A Eletrobras (ELET6) informou que Furnas fechou acordo judicial referente a suprimento de energia com Light (LIGT3) para pagamento de R$ 496 milhões;

A Odontoprev (ODPV3) concluiu a aquisição de 100% da Mogidonto e da Boutique Rental por até R$ 26 milhões;

E o Carrefour (CRFB3) finalizou a aquisição de mais duas lojas e um posto de combustível da rede Makro, por R$ 96,5 milhões;

Começam a ser negociadas na B3 (B3SA3) cotas do fundo HSI Log e a bolsa anunciou ainda o fim do Programa Destaque em Governança de Estatais, após cinco anos;

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Já a  Rossi Residencial (RSID3) finalizou nova reestruturação de dívidas no total de R$ 312 milhões com  o Banco do Brasil (BBAS3);

A Randon (RAPT4) aprovou a 8ª emissão de debêntures simples, não conversíveis em ações, no total de R$ 250 milhões;

Enquanto isso, o Bradesco (BBDC4) concluiu a emissão de sua primeira letra financeira atrelada a critérios ESG, em operação de R$ 1,211 bilhão;

A IMC (MEAL3), em resposta à CVM, diz não haver proposta nem decisão sobre venda de ativos neste momento, mas que avalia esse movimento;

Ainda: Magazine Luiza (MGLU3), Cielo (CIEL3), Minerva (BEEF3), Vivara (VIVA3) e Unidas (LCAM3) pagam proventos. Veja mais notícias.

Petrobras (PETR4): fornecimento de nafta à Braskem (BRKM5)

A Petrobras (PETR4) informou que celebrou novos contratos de longo prazo com a Braskem (BRKM5) para fornecimento de nafta petroquímica para a unidade industrial do estado de São Paulo.

O contrato inclui ainda o fornecimento de etano e propano para a unidade industrial do estado do Rio de Janeiro.

O contrato de nafta, no valor estimado de R$ 19 bilhões, entrará em vigor em 23 de dezembro de 2020, após o encerramento do contrato atual, e vigorará até 31 de dezembro de 2025.

A quantidade é de até 2 milhões de toneladas por ano.

Petrobras (PETR4) fechará mais escritórios no exterior em 2021

A Petrobras (PETR3 PETR4) vai reduzir ainda mais sua presença no exterior em 2021 e focar nos três principais mercados de petróleo do mundo – Europa, América do Norte e Ásia. Das 18 atuações externas existentes no fim de 2018, dez já foram fechadas. A economia prevista desde 2019 chegará US$ 13,5 milhões por ano em 2021.

Petrobras (PETR4) inicia venda de participação no gasoduto Brasil-Bolívia

A Petrobras (PETR3 PETR4) iniciou a etapa de divulgação da oportunidade (teaser), para a venda da totalidade de suas participações de 51% na Transportadora Brasileira Gasoduto Bolívia-Brasil (TBG) e de 25% na Transportadora Sulbrasileira de Gás S.A. (TSB).

Petrobras: contrato com subsidiária da Copel (CPLE6)

Subsidiária da Copel (CPLE6), a UEGA assinou contrato com Petrobras (PETR4) para fornecer gás natural.

O contrato e suprimento terá vigência a partir de 1º de janeiro de 2021 até até 31 de dezembro de 2021.

O documento prevê o fornecimento de 2.150.000 metros cúbicos de combustível por dia, sem obrigatoriedade de retirada.

Com isso, a UEGA permanecerá disponível ao Sistema Interligado Nacional (SIN) e poderá ser despachada a critério do Operador Nacional do Sistema Elétrico (ONS).

Os valores do contrato com a UEGA, homologados pela Agência Nacional de Energia Elétrica (ANEEL), são de
R$ 468,39/MWh.

Serão aplicados pelo ONS a partir do Programa Mensal de Operação (PMO) de janeiro de 2021 e até 30 de abril de 2021, e pela Câmara de Comercialização de Energia Elétrica (CCEE).

Petrobras (PETR4): óleo de ótima qualidade na Bacia de Santos

A Petrobras (PETR3 PETR4) confirmou a presença de óleo de ótima qualidade na perfuração do poço 9-BUZ-48D-RJS, localizado no extremo noroeste do campo de Búzios, na Bacia de Santos. O poço está localizado a 188 km da cidade do Rio de Janeiro e foi perfurado em profundidade d’água de 1.850 metros.

Segundo comunicado da companhia, testes realizados a partir de 5.540 metros de profundidade confirmaram a presença de reservatórios de petróleo de ótima qualidade. “A descoberta reforça o potencial do pré-sal no campo de Búzios”, diz o documento. A Petrobras é a operadora (90%) do consórcio no campo de Búzios, em parceria com CNOOC (5%) e CNODC (5%).

Eletrobras (ELET6): Furnas fecha acordo com Light (LIGT3)

A Eletrobras (ELET6) informou que Furnas fechou acordo judicial com Light (LIGT3) para pagamento de R$ 496 milhões.

O processo judicial, ajuizado pela Light, pretendia reaver quantias pagas, segundo a empresa, indevidamente a Furnas. Refere-se à tarifa de suprimento de energia, de 1986.

O valor do acordo é de R$ 496 milhões, que serão pagos por Furnas, da seguinte forma:

  • R$ 336 milhões, em parcela única, vencendo em 28 de dezembro de 2020;
  • R$ 40 milhões, em parcela única, com vencimento em 05 de fevereiro de 2021;
  • R$ 120 milhões, em parcela única, a ser paga em 18 de março de 2022, podendo ser compensado total ou parcialmente com a transferência de ativos referentes às instalações de transmissão obrigatórias e/ou facultativas, situadas na área de concessão da Light e acordadas entre as empresa, sob chancela da Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel). Terá como base os valores reconhecidos na base de ativos da Light e homologados pela agência até 15 de março de 2022.

“Eventuais diferenças existentes que vierem a ser transferidas para a Light e o montante acordado devem ser pagas nessa última parcela”, acrescenta comunicado da Eletrobras.

“Até o último dia 30 de setembro, o processo não estava provisionado porque Furnas tinha obtido sentença e recursos favoráveis no Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro”, lembra a companhia.

“Entretanto, em razão do andamento processual e de novas decisões desfavoráveis no Superior Tribunal de Justiça (STJ), os riscos envolvidos foram reavaliados, majorando-se a expectativa de perda.”

Por esta razão, considerou-se o acordo judicial “como sendo a melhor alternativa para o encerramento do processo.”

Odontoprev (ODPV3) fecha aquisições

A Odontoprev (ODPV3) concluiu a aquisição de 100% da Mogidonto e da Boutique Rental por até R$ 26 milhões.

A aquisição foi feita por meio de sua controlada Clidec (Clínica Dentária Especializada Cura D’ars.

A Mogidonto é operadora de planos privados de assistência odontológica para cerca de 62 mil beneficiários.

Com sede em São Paulo, a Boutique Dental é um conjunto de clínicas para prestação de serviços odontológicos, e atua preferencialmente no atendimento de clientes Mogidonto.

Nos nove meses encerrados em setembro de 2020, as sociedades registraram receita líquida de R$ 10,7milhões e Ebitda de R$ 2,8 milhões.

O preço da transação tem parcela à vista de R$ 18,5 milhões.

“Esse valor é acrescido de potenciais parcelas variáveis complementares por atingimento de metas futuras, após 12 e 24 meses contados da data do fechamento, o que poderão levar o preço total final da transação para até R$ 26 milhões”, informa a Odontoprev.

Carrefour (CRFB3): aquisição de duas lojas e um posto da Makro

O Carrefour (CRFB3) anunciou que concluiu a aquisição de mais duas lojas e um posto de combustível da rede Makro.

As lojas (uma própria e outra alugada) e o posto de combustível estão localizadas no estado do Rio de Janeiro e no Distrito Federal.

A companhia pagou à Makro R$ 96,5 milhões.

Dessa forma, a companhia informa que concluiu a aquisição de 25 lojas (sendo 18 próprias e 7 alugadas) e 10 postos de combustível da rede Makro, desembolsando o total de R$ 1,72 bilhão.

Segundo o Carrefour, resta apenas a transferência de quatro lojas próprias, uma alugada e quatro postos de combustível para a conclusão integral da transação.

BRF (BRFS3) visa Europa e Estados Unidos

Com planos de triplicar de tamanho, a BRF, liderada por Pedro Parente, planeja chegar aos EUA e à Europa para aumentar as vendas de alimentos processados. A intenção também é diminuir a exposição aos riscos da Arábia Saudita, cujo governo quer reduzir as importações, informa o Valor.

B3 (B3SA3): cotas do FII HSI Log começam a ser negociadas

Um novo fundo de investimento, HSI Logística Fundo de Investimento Imobiliário, direcionado a investidores em geral, passouo a ter suas cotas negociadas na B3 (B3SA3) nesta terça-feira (22).

Com nome de pregão FII HSI LOG e código de negociação HSLG11, o lote-padrão é de uma cota e a cotação será em R$ por unidade.

Na 4ª emissão de cotas, encerrada em 15 de dezembro de 2020, foram subscritas e integralizadas 4.900.000 cotas, ao preço de R$ 100,00 por cota, com o valor total da oferta de R$ 490 milhões.

Serão admitidas 12.660.067 cotas à negociação, sendo que as cotas subscritas e integralizadas na 2ª e 3ª emissões, permanecerão bloqueadas até o término do período de 90 (noventa) dias de sua subscrição ou aquisição pelo investidor.

B3 (B3SA3): fim do Programa Destaque em Governança de Estatais

Após cinco anos de existência, a B3 (B3SA3) comunicou a descontinuidade de seu Programa Destaque em Governança de Estatais (PDGE).

A decisão de descontinuar o programa reflete, segundo a B3, a evolução do cenário legal e regulatório brasileiro e as contribuições do PDGE para a legislação brasileira.

Voltado para estatais de capital aberto ou em processo de abertura, o programa foi criado em setembro de 2015 com o objetivo de incentivar essas empresas a aprimorarem suas práticas e estruturas de governança corporativa.

Em cinco anos de existência, seis das principais estatais brasileiras aderiram ao PDGE, diz a B3.

IMC (MEAL3) diz não haver proposta nem decisão sobre venda de ativos

Em ofício à CVM, a IMC afirmou que não há proposta vinculante nem decisão tomada a respeito da venda de quaisquer ativos relevantes ou marcas da Companhia neste momento.

Conforme a empresa, tampouco há estimativa de valor que poderia auferir com eventual alienação de ativos.

Porém, ressaltou que tem simplificado seu portfólio nos últimos anos, vendendo marcas e focando em negócios com retornos mais atraentes e maior potencial de crescimento.

Nesse sentido, assegurou que “a administração avalia junto a seus assessores financeiros a possibilidade de alienação de unidades de negócios da Companhia que se enquadrem nessa linha”.

Wiz (WIZS): acordo para transferência de controle

A Wiz (WIZS) anunciou que fechou acordo para transferir o controle da GR1D Tecnologia para a EDS Consultoria.

A Wiz vai transferir participação societária correspondente a 50,1% da GR1D à EDS.

“Em contrapartida à alienação, a EDS ficará responsável pelo custeio integral da GR1D nos exercícios sociais de 2021 e 2022”, explica a Wiz em comunicado.

“A alienação de controle está sujeita à prévia capitalização, pela GR1D, de todos os adiantamentos para futuro aumento de capital realizados pela Wiz, o que resultará em um aumento da participação societária na GR1D para 96,73%”, explica a empresa

“Permanece a CSMG como única outra acionista da GR1D, com uma participação societária de 3,27%.”

De forma simultânea à celebração do contrato, e condicionada à alienação do controle, a CSMG exerceu parcialmente uma opção de compra de participação societária na GR1D de 6,73%.

Dessa forma, a Wiz deverá transferir à CSMG uma participação societária na GR1D correspondente à 6,73% do capital social.

A composição societária da GR1D será distribuída da seguinte forma: a Wiz terá 39,9%; a CSMG, com 10%; e a EDS, 50,1%.

Rossi (RSID3): reestruturação de dívidas com BB (BBAS3)

A Rossi Residencial (RSID3) anunciou a reestruturação de dívidas no total de R$ 312 milhões com  o Banco do Brasil (BBAS3).

Do valor total renegociado, aproximadamente R$ 24 milhões referem-se ao contrato de financiamento à produção de uma obra entregue na cidade do Rio de Janeiro.

Seu novo aditamento prevê a alteração na forma de pagamento da dívida confessada e uma extensão na data de vencimento do contrato para novembro de 2021, para adequar o fluxo de amortizações à velocidade de vendas esperada para este empreendimento.

No caso dos contratos de dívida corporativa, que possuem saldo devedor aproximado de R$ 288 milhões, os aditamentos preveem que 100% da dívida confessada junto ao Banco do Brasil será quitada nos próximos 180 dias.

Segundo a Rossi, o prazo, concedido pelo banco, “servirá para que a companhia realize a venda dos ativos garantidores dessas dívidas e, por meio dos recebíveis originados nessas operações, efetue os pagamentos previstos nos aditamentos negociados entre as partes”.

Minerva (BEEF3) aprova proventos de JCP

A Minerva (BEEF3) aprovou o pagamento de juros sobre capital próprio (JCP), referentes ao período de outubro a dezembro de 2020.

O montante total bruto é de R$ 22,4 milhões, correspondentes a R$ 0,042734 por ação.

“Os JCP serão creditados aos acionistas que estiverem inscritos nos registros da companhia em 30 de dezembro de 2020, respeitadas as negociações realizadas até essa data”, diz comunicado da Minerva.

As ações de emissão serão negociadas “ex-direito” JCP a partir de 4 de janeiro de 2021.

Vivara (VIVA3): JCP no valor bruto de R$ 25 milhões

A Vivara (VIVA3) comunica que foi aprovado o pagamento de juros sobre capital próprio (JCP) no valor bruto de R$ 25 milhões.

Esse valor se refere a R$ 0,105843 por ação.

O montante será pago com base na posição acionária do dia 29 de dezembro.

A partir de 30 de dezembro, as ações serão negociadas ex-JCP.

A data do crédito foi determinada para até 15 dias após a assembleia geral ordinária (AGO), em 2021, ainda sem data estipulada.

Ação da Vivara (#VIVA3) encerrou o pregão desta terça-feira em alta de 1,53%, cotada a R$ 27,26.

Unidas (LCAM3) distribuirá R$ 140 milhões em JCP

A Unidas informou pagamentos referentes a Juros sobre Capital Próprio (JCP) a serem realizados no dia 8 de janeiro.

Serão R$ 44,321 milhões ou R$ 0,0876635004 por ação, tendo como data-base a posição acionária de 24/12/2020. A partir de 28/12/2020, inclusive, as ações passa a ser negociadas “ex” estes juros.

A empresa ainda distribuirá R$ 48,539 milhões, equivalentes a R$ 0,0964123729 por ação, tendo como data-base a posição acionária de 02/04/2020 e ex-juros a partir de 03/04/2020.

E mais R$ 47,430 milhões, R$ 0,0937791324 por ação, tendo como data-base a posição acionária de 01/07/2020 e ex-juros a partir de 02/07/2020.

Randon (RAPT4) vai emitir debêntures no total de R$ 250 mi

A Randon (RAPT4) aprovou a 8ª emissão de debêntures simples, não conversíveis em ações, no total de R$ 250 milhões.

Serão emitidas 250 mil debêntures. Cada uma terá valor nominal de R$ 1 mil. O vencimento será em cinco anos, a partir da data da emissão.

Os papéis serão ofertados exclusivamente para investidores profissionais.

Magazine Luiza (MGLU3) aprova JCP

O conselho de administração da Magazine Luiza (MGLU3) aprovou a distribuição de JCP de R$ 0,0263 por ação.

O montante bruto é de R$170 milhões, correspondentes a R$ 0,026301 por ação, considerando 6.463.387.160 ações ordinárias.

A importância correspondente ao JCP aprovad​o nesta data será imputada no cálculo dos dividendos do exercício 2020.

O pagamento será efetuado até 30 dias após a realização da Assembleia Geral Ordinária de 2021 e tomará como base de cálculo a posição acionária final do dia 29 de dezembro de 2020.

A partir do dia 30 de dezembro de 2020 as ações passarão a ser negociadas ​ex-JCP.

Cielo (CIEL3): JCP de R$ 0,0559 por ação; ex dia 30

A Cielo (CIEL3) aprovou a distribuição de Juros sobre Capital Próprio (JCP) no montante de R$ 151,4 milhões, referente ao exercício de 2020.

O valor final por ação do JCP é de R$ 0,0559. Os JCP serão pagos aos acionistas no dia 17 de fevereiro de 2021, com base na posição acionária de 29 de dezembro de 2020.

Ações da companhia serão negociadas ex-JCP a partir de 30 de dezembro de 2020.

Bradesco (BBDC4) conclui emissão de letra financeira

O Bradesco concluiu ontem a emissão de sua primeira letra financeira atrelada a critérios ambientais, sociais e de governança (ESG, na sigla em inglês). A operação alcançou R$ 1,211 bilhão. A demanda pelos papéis superou a oferta em mais de duas vezes.

ITUB4 investe na qualidade de vida nas cidades

O Itaú Unibanco pretende investir cerca de R$ 600 milhões em 2021 em projetos que ampliem direitos e melhorem a qualidade de vida nas cidades. A iniciativa faz parte do compromisso de práticas sustentáveis adotado pelo banco.

Latam quer tornar permanente redução de jornada

A Latam espera para janeiro um posicionamento do Tribunal Superior do Trabalho sobre uma proposta de tornar permanente a redução de jornada de pilotos, copilotos e comissários, com respectiva remuneração menor. O presidente da Latam Brasil, Jerome Cadier, argumenta, em entrevista ao O Globo, que disso depende a sustentabilidade da companhia, que está em recuperação judicial nos EUA.