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PMI industrial do Brasil fica estável em 49,8 pontos em dezembro, conforme IHS Markit

PMI industrial do Brasil fica estável em 49,8 pontos em dezembro, conforme IHS Markit

O PMI industrial do Brasil ficou estável em 49,8 pontos em dezembro, conforme o IHS Markit. Trata-se do Índice Gerente de Compras™ do setor industrial.

Conforme o levantamento, a pontuação abaixo de 50 indica redução na atividade manufatureira.

De acordo com o relatório, os fabricantes brasileiros registraram volumes menores de vendas e produção em dezembro, como foi o caso ao longo do último trimestre de 2021.

Também disse que a compra de insumos diminuiu ainda mais e a criação de empregos desacelerou para um ritmo insignificante.

E acrescentou que as pressões sobre os preços mostraram sinais de redução, com os custos de insumos e a inflação da produção subindo a um ritmo mais lento desde julho de 2020.

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IGP-DI

IHS Markit  – PMI industrial do Brasil

Ainda de acordo com a consultoria, as empresas estavam mais otimistas em relação às perspectivas de crescimento para 2022, evidenciado pela expectativa dos negócios se recuperando para o maior patamar em seis meses.

O levantamento mostra que houveram deteriorações sucessivas na saúde do setor, que encerrou com o pior desempenho trimestral desde o segundo trimestre de 2020.

“Os dois maiores contribuintes para o índice geral, o índice de novos pedidos e de produção, permaneceram contraídos em dezembro. A queda mais recente nas vendas foi associada à fraca demanda doméstica por produtos, amplos estoques entre clientes e problemas no setor automotivo”, destacou.

E disse mais: “as taxas de redução da produção e o índice de novos pedidos foram moderados, no entanto, e diminuíram em relação a novembro. A baixa demanda, juntamente com as pressões sobre os preços, levaram os fabricantes a restringir a compra de insumos em dezembro.”

Atividades, custos e tendências

Ainda de acordo com o IHS Markit, a queda da atividade de compras foi modesta, embora a segunda em meses sucessivos.

Os custos de insumos aumentaram a uma taxa mais lenta em 17 meses durante dezembro, embora tenha sido mais acentuada do que qualquer outra vista antes.

A mesma tendência foi observada para a inflação da produção. De acordo com os participantes da pesquisa, os custos de energia, matéria-prima e transporte aumentaram desde novembro em meio a problemas persistentes na cadeia de suprimentos, escassez de matéria-prima e valorização do dólar americano.

“Parte dos custos adicionais, por sua vez, foi repassada para os clientes por meio de uma subida dos preços de venda”, ressaltou.

Os fabricantes brasileiros indicaram que as participações de insumos aumentaram em dezembro, uma vez que os movimentos anteriores de reabastecimento impulsionados por previsões de melhores vendas que não se materializaram impulsionaram os estoques.