A terça-feira (3) é de divulgação do Índice dos Gerentes de Compras (PMI na sigla em inglês) de serviços e composto (que consolida os resultados da indústria mais serviços) pelo mundo.
Na zona do euro, o PMI de serviços avançou de 45,4 para 45,7 em fevereiro. A projeção era 44,7 pontos. O PMI composto foi de 47,8 para 48,8, ante expectativa de 48,1. A informação é da IHS Markit.

Reprodução/IHS Markit
Vale lembrar que leituras abaixo de 50 pontos do PMI significam retração da atividade econômica, ao passo que leituras acima apontam crescimento.
Segundo Chris Williamson, economista-chefe da IHS Markit, a zona do euro encontra-se em curso para uma recessão forte e longa.
“Embora muitas empresas do setor de serviços continuem a lutar contra a Covid, a indústria está indo muito bem, o que alivia o impacto econômico geral”, afirmou.
No entanto, ele ressaltou que a vacinação lenta e a necessidade de novas medidas de contenção ao vírus, que continua se espalhando, devem ser necessárias, o que terá impacto nos resultados futuros.
“Uma questão chave será até que ponto essas medidas de contenção irão limitar o fornecimento de bens e serviços em um momento de recuperação da demanda. Isto irá determinar por quanto tempo a ascensão dos preços vai persistir”, complementou, referindo-se à alta inflacionária atual.
PMI nos demais países
No Reino Unido, os números vieram abaixo do esperado. O PMI de serviços ficou em 49,5, ante 39,5 de janeiro. Mas o mercado aguardava leitura de 49,7. O composto foi de 41,2 para 49,6, um salto também bastante considerável, mas a projeção era por 49,8 pontos.
No Japão, o PMI de serviços foi de 46,1 para 46,3.
Na China, o PMI de serviços recuou de 52 pontos para 51,5. O PMI composto também teve queda, de 52,2 para 51,7.

Reprodução/IHS Markit
Hoje ainda saem os resultados para Brasil e EUA.






