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Petrobras (PETR4) acerta condições para o pagamento de R$ 2,05 bilhões à Petros

Petrobras (PETR4) acerta condições para o pagamento de R$ 2,05 bilhões à Petros

Petrobras (PETR4) acerta condições para o pagamento de R$ 2,05 bilhões à Petros, que será feito em 20 anos, com correção pelo IPCA

A Petrobras (PETR3 PETR4) e a Petros, que administra a previdência dos empregados da estatal, estabeleceram as condições de postergação do pagamento, pela Petrobras, do devido à gestora, no valor de R$ 2,021 bilhões.

O pagamento será em 20 anos, em 40 parcelas semestrais.

O início será em janeiro de 2021.

Ficou determinado também que o reajuste será pela meta atuarial dos planos, que é representada pela rentabilidade real esperada para cada plano acrescida do IPCA anual.

O IPCA é o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo, a inflação oficial do país.

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“Os valores devidos poderão ser quitados antecipadamente, integral ou parcialmente, por solicitação da Petrobras ou para prover liquidez necessária ao plano, mediante solicitação da Petros”, informa a estatal

Petrobras segue ritos

De acordo com a Petrobras, “a presente transação obedeceu à recomendação da Secretaria de Coordenação e Governança das Empresas Estatais (SEST) para que a Petrobras reavaliasse a pertinência do pagamento à vista do aporte proveniente da redução do benefício do pecúlio, formalizado em 5 de maio 2020”.

A estatal ainda informa que “a transação seguiu os ritos de governança aplicáveis ao tema”.

Além disso, seguiu “as exigências regulatórias do setor de previdência complementar fechada”.

A petrolífera havia divulgado no primeiro semestre que pretendia pagar o débito à vista, mas agora mudou a estratégia.

“O novo modelo é um marco na história”, diz a Petrobras.

Pois reduz “o impacto financeiro das contribuições extraordinárias de grande parte dos participantes e assistidos assim como o aprimoramento dos regulamentos dos planos, o que permitirá a revisão das contribuições normais”.