Nem só de ameaças, tuites e sobretaxas se vive uma Guerra Comercial. Neste final de semana foram divulgados os números da balança comercial chinesa e o “efeitoTrump” tarda, mas não falha: O superávit caiu para US$ 34,8 bilhões no mês de agosto, quando o consenso era de US$44,0 bilhões. No mês de julho, o mesmo dado, apontou superávit de U$45,1 bilhões.
Os primeiros rounds do embate foram mornos, muito clinch e pouca ação. Mas as últimas semanas foram marcadas “pela trocação pura”: Trump definiu taxas e prazos para praticamente todos os produtos Made in china, incluindo bens de consumo, poupados até então.
A China por sua vez, deixou de lado o tom vitimista (que convenhamos, não enganava mais ninguém)e partiu para o contra-ataque: Desvalorizou sua moeda, o yuan, aos olhos do mundo em plena luz do dia.
Como resultado, as exportações chinesas tiveram um recuo de 1%, número bem distante da expansão de 3,3% verificada em julho, longe também da estimativa de alta de 3% para o mês de agosto.
Mesmo com a forte alta das compras de minério de ferro (que atingiram o nível mais alto desde o início de 2018), as importações registraram queda de 5,6%, menos que o esperado (-6,2) é verdade. Mas já é o quarto mês seguido de queda no volume.
Além da expectativa de anúncio de corte nos juros, previsto para os próximos 15 dias, o Banco Central da China, atento aos claros sinais de desaceleração, anunciou uma nova redução nos depósitos compulsórios. O que já tem sido praxe por lá.
Medidas importantes, de quem não está nem um pouco à vontade em estar sendo levado às cordas.
Boris Johnson e o tiro que saiu pela culatra
Boris Johnson deve sofrer mais uma derrota hoje, quando o parlamento inglês recusar sua proposta de convocar novas eleições.
Tudo porque ele mesmo, decidiu de forma arbitrária, suspender o Parlamento por cinco semanas, na tentativa de inviabilizar articulações que ameaçassem seu desejo de saída “no deal” em 31 de outubro.
Johnson já perdeu a maioria, fracassou na articulação dentro de seu próprio partido (que se obrigou a expulsar 21 deputados contrário à sua posição) e agora, está prestes a sofrer nova derrota.
Se tudo der errado, ao menos poderá pedir sua música no fantástico.
O paciente e o interino
Após cirurgia bem sucedida para tratar uma hérnia, ainda em virtude do atentado sofrido há cerca de um ano, Jair Bolsonaro entregará o bastão ao seu vice-Presidente, o General Mourão pelo período de cinco dias.
Enquanto isso, a economia visita o clínico geral para exames de rotina: Na sexta-feira saem os dados referentes ao mês de julho do Índice de Atividade Econômica do Banco Central (IBC-Br), juntamente com o PIB. Na quarta-feira, é dia de conhecer os números das vendas no varejo.
São aguardados resultados não muito animadores, mas é bem verdade que a medicação já está prescrita: Novos cortes na Selic.
A saúde do paciente apresentou alguns sinais de melhora, mas ainda inspira cuidados. E não estou falando de Jair Bolsonaro.
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