Porta-voz de ministério chinês diz que texto de acordo comercial é “correto”. Isso indica que os dois lados caminham em sintonia.
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Ásia
Os mercados asiáticos encerraram sem direção única nesta terça, com a contínua preocupação em torno da guerra comercial, e dados econômicos mais fracos na China.
O índice de preços ao produtor da China teve variação anual de -1,20% em setembro, conforme a expectativa, mas reforçando preocupações sobre o ritmo de crescimento da economia chinesa. Por outro lado, o o índice de preços ao consumidor avançou 3%.
Mesmo com a fala positiva do porta-voz chinês mais cedo, o mercado ainda pesa o ruído de ontem, que a China quer mais conversas antes de assinar o acordo parcial.
Nikkei 225 [+1,87%]
Shanghai [-0,56%]
Hang Seng [-0,07%]
Commodities
O minério futuro recua 1,2% a 644 iuanes no after-market em Dalian, com recuperação na oferta. Isso deve pressionar ainda mais as ações das empresas ligadas à commodity, que não sustentou a recuperação com o anúncio do acordo parcial.
Número ruins das exportações e importações chinesas e novos dados fracos da inflação também na China, pressionam o preço do petróleo, que não apresenta tendência de recuperação da demanda.
A referência britânica, o Brent, opera em baixa de 1,30% a US$ 58,58 o barril. A referência norte-americana, o WTI, opera em baixa de 1,47% a US$ 52,80 por barril.
O ouro opera em alta de 0,20% a US$ 1.500,65 por onça-troy.
Europa
A possibilidade de um Brexit acertado ainda é possível, embora difícil, disse o principal negociador da União Europeia. Ao que tudo indica, as divergências entre o bloco do euro e os britânicos diminuíram, mas a principal ainda esta em relação à fronteira física na ilha da Irlanda.
Os diplomatas dizem que o governo britânico ainda não apresentou um plano escrito de sua proposta de parceria alfandegária, para oficializar a intenção.
Entre dados econômicos, foram divulgados a taxa de desemprego no Reino Unido, que atingiu 3,90% em julho, acima do esperado de 3,80%. E o índice de percepção econômica Zew da zona do euro, teve leitura de -23,5 em outubro, melhor que a expectativa de -33.
Alemanha | DAX [+0,45%]
Inglaterra | FTSE 100 [-0,33%]
França | CAC 40 [+0,57%]
Europa | Euro Stoxx 50 [+0,63%]
Itália | FTSE MIB [+0,59%]
Euro/Dólar | € 1,1004 | [-0,22%]
Mercado Futuro EUA
No final da tarde de ontem, os Estados Unidos anunciaram sanções contra a Turquia, em represália aos ataques turcos contra os curdos na Síria. Entre as ações, estão a suspensão das negociações comerciais entre os dois países, o aumento das tarifas sobre o aço para 50%, além de sanções contra 3 ministros.
Os futuros operam em alta, motivados pela declaração do porta-voz chinês, indicando que os países estão em consonância com o acordo parcial elaborado.
Destaque para o início do período de balanços das empresas norte-americanas, que começa hoje com os bancos, e para declaração de Bullard em Londres, que disse que atingir o piso de meta de inflação é preocupante para o FED.
Dow Jones 30 [+0,39%] | 26.850 pontos
S&P 500 [+0,31%] | 2.974 pontos
Nasdaq [+0,20%] | 7.873 pontos
VIX [-0,32%]
Mercado Brasileiro
O Ibovespa encerrou em alta, descolado do exterior, com 104.301 pontos e ganho de 0,45%, após mínima de 103.438 pontos e máxima de 104.304 pontos. O volume financeiro da sessão foi baixo, somando R$ 10,8 bilhões.
O dólar futuro encerrou em alta de 0,45%, cotado a R$ 4,130. Na máxima, a moeda atingiu R$ 4,143 e na mínima R$ 4,112.
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