O conselho da administração da Mitre (MTRE3) aprovou nesta quarta-feira (19) a alienação, pela Companhia, da totalidade de suas quotas no Fundo de Investimento em Participações Share Student Living – Multiestratégia.
A aquisição da totalidade das cotas será realizada pela Brasil Student Housing (BSH) na quantidade de 18.910 cotas, somando um montante de R$ 18.342.270.
Além de outras 22.782 cotas, subscritas e não integralizadas, correspondente ao saldo bruto de R$ 22.781.80,00.
A BSH tem como acionista controlador o Sr. Fabricio Mitre, detentor de cerca de 6,63% do capital social total. Além disso, o Sr. Mitre é também detentor de cerca de 21,92% do capital social total da Mitre.
Segundo o comunicado, as razões que levaram a Mitre a realizar a transação com a parte relacionada e não com terceiros foi que “por se tratar de um ativo ilíquido e o Acionista tinha interesse na compra e o ativo não fazia mais parte da estratégia da Companhia, decidimos realizar tal transação.”
Mills (MILS3) comunica aumento de capital
A Mills (MILS3) aprovou a emissão de 46.250 ações ordinárias, em razão do exercício por beneficiários de opções de compra de ações outorgadas conforme o Programa de Outorga de Opções 1/2016.
O preço de emissão foi estabelecido em R$ 3,00 por ação, totalizando o montante de R$ 138.750,00.
Em razão da emissão das novas ações da Companhia, o capital social da Mills será aumentado em R$ 138.750,00, passando dos atuais R$ 1.089.503.077,39 para R$ 1.089.641.827,39.
A companhia destacou que as ações emitidas participarão, em igualdade de condições, da distribuição de dividendos e juros sobre capital próprio que vierem a ser declarados.
Springer (SPRI5): conselho aprovou, por unanimidade, propor aos acionistas a liquidação da sociedade
O Conselho de Administração da Springer (SPRI5) aprovou nesta quarta-feira (19) a liquidação da companhia.
Segundo o comunicado, devido à venda da participação acionária da Springer na empresa Liess, em 30 de junho de 2020, a companhia considerou que não possui outras participações acionárias nem operação própria; além disso, a manutenção do registro da companhia perante CVM e a B3 para atendimento à legislação vigente gera custos elevados.
A companhia ressaltou ainda que não há qualquer expectativa de operação que justifique a manutenção da Companhia.
Com essas considerações apresentadas, a liquidação da companhia foi aprovada por unanimidade dos conselheiros.
Uma Assembleia Geral será convocada para deliberar sobre o assunto e para nomear o liquidante.
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