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Ibovespa futuro abre em queda; dólar futuro a R$ 5,29

Ibovespa futuro abre em queda; dólar futuro a R$ 5,29

O Ibovespa futuro abriu a quinta-feira (28) com perda de 0,43%, aos 87.635 pontos. O dólar futuro está cotado a R$ 5,29, com alta de 0,42%.

Ontem, o pregão fechou com alta de 2,90%, chegando a 87.946,25 pontos, acompanhando a alta em Wall Street.

O dia no Brasil terá as repercussões da “guerra” declarada entre o presidente Jair Bolsonaro e o Supremo Tribunal Federal (STF). Ontem, a Polícia Federal cumpriu 29 mandados de busca e apreensão em endereços de blogueiros e empresários aliados do presidente, acusados de alimentar e financiar uma rede de fake news.

Presidente e bolsonaristas prometem um contra-ataque, que pode incluir a renomeação de Alexandre Ramagem ao comando da Polícia Federal.

O ministro da Justiça, André Mendonça, entrou com habeas corpus no STF na tentativa de impedir o depoimento do ministro da Educação, Abraham Weintraub, no mesmo inquérito – vale lembrar que, na reunião ministerial de 22 de abril, Weintraub chamou os ministros do STF de “vagabundos que deveriam estar presos”.

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O ministro da Justiça pediu também a extensão do habeas corpus para os demais alvos da investigação. Críticos apontam que a defesa de Weintraub caberia à Advocacia-geral da União (AGU), antigo cargo de Mendonça, e a defesa dos demais citados no inquérito não caberia nem à AGU, nem ao Ministério da Justiça. O procurador-geral da República, Augusto Aras, pediu ao ministro Edson Fachin, do STF, a suspensão do inquérito das fake news, não visualizando crimes nas acusações.

A boa notícia é a reabertura da economia em São Paulo, o estado mais rico do país. A retomada será gradual, de acordo com o avanço do coronavírus e a disponibilidade de vagas de UTI nas diferentes regiões.

Futuros de Nova York

Os mercados futuros dos EUA seguem mistos nesta quinta-feira (28). Enquanto S&P e Dow Jones registram ganhos decorrentes da empolgação com a reabertura da economia, dando continuidade a uma semana de altas, o Nasdaq está em queda.

As ações que mais sobem na semana são as das companhias aéreas e das redes varejistas, imediatamente impactadas pela retomada das atividades.

Em sentido contrário, as ações das empresas de tecnologia, que vinham sendo impulsionadas na quarentena pela demanda crescente de produtos e serviços, registram queda. Some-se a isso a ameaça do presidente Donald Trump de regulamentar ou até “fechar” as redes sociais, depois de ter uma postagem sua ser apontada como “incorreta” pelo Twitter. No post, ele apontava o risco de a eleição ser fraudada devido ao voto pelo correio, adotado em meio à pandemia.

Hoje tem divulgação, às 9h30, da segunda prévia do Produto Interno Bruto (PIB) dos EUA no primeiro trimestre. A projeção do mercado é que ele fique em -4,8%.

Tem também novos pedidos semanais de seguro-desemprego, que devem acrescentar mais 2,05 milhões de desempregados ao total de 38,6 milhões desde o início da crise do coronavírus. O Departamento de Trabalho divulga o dado também às 9h30.

Confira as cotações às 8h50:

  • S&P: +0,29%
  • Nasdaq: -0,27%
  • Dow Jones: +0,68%

Mercados na Europa

Os mercados europeus seguem dando continuidade à semana de ganhos, refletindo reaberturas e novos casos de coronavírus sob controle. Ontem, a Comissão Europeia aprovou um fundo de recuperação de 750 bilhões de euros para ajudar os países na recuperação econômica pós-pandemia, por meio de repasses e empréstimos.

  • DAX, Alemanha: +0,62%
  • FTSE, Reino Unido: +1,10%
  • CAC, França: +1,10%
  • FTSE MIB, Itália: +1,82%
  • Stoxx 600: +1,20%

Ásia

Hoje, o Congresso da China aprovou a lei de segurança nacional para Hong Kong, o que deve aumentar a repressão contra os manifestantes e também as tensões com os Estados Unidos – que já envolvem acusações quanto ao coronavírus e ameaças ao acordo comercial firmado entre as duas potências.

  • Nikkei, Japão: +2,32%
  • Xangai, China: +0,33%
  • HSI, Hong Kong: -0,72%
  • ASX 200, Australia: +1,32%
  • Kospi, Coreia: -0,13%

Petróleo

Uma demanda menor do que a aguardada e as tensões crescentes com a China fazem o preço do petróleo tipo WTI, dos EUA, oscilar nesta manhã.

  • WTI (julho 2020): US$ 32,82 (+0,03%)
  • Brent (julho 2020): US$ 35,66 (+3,06%)

 

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