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Jornais | Governadores têm R$ 320 bi em caixa para gastar em ano eleitoral

Jornais | Governadores têm R$ 320 bi em caixa para gastar em ano eleitoral

Os governadores têm R$ 320 bilhões em caixa para gastar em ano eleitoral, e a pobreza extrema aumenta. Estas são algumas das manchetes do dia.

Os governadores têm R$ 320 bilhões em caixa para gastar em ano eleitoral, e a pobreza extrema aumenta. Estas são algumas das manchetes que permeiam o noticiário desta segunda-feira (23).

De acordo com O Globo, em relação ao ano eleitoral, a alta da inflação e transferências federais levaram a arrecadação recorde nos estados.

Em se tratando da pobreza extrema, mais 1 milhão entram nessa classificação a cada 30 horas. Estudo da Oxfam durante a pandemia será lançado no Fórum Econômico Mundial.

O jornalão carioca traz ainda que o Rio de Janeiro tem 58% das linhas de ônibus inoperantes.

Já o Valor Econômico destaca que o saneamento básico avança com financiamento privado. Uso de debêntures incentivadas para financiar projetos cresce aceleradamente e já supera, em apenas cinco meses de 2022, o recorde atingido em outros anos.

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O periódico também elenca que empresas de saúde perdem rentabilidade. Isso porque os balanços do período foram impactados pelo ambiente macroeconômico – que levou a mais cancelamentos de planos de saúde – e pela onda da variante ômicron, cujo atendimento gera menos receita.

Também traz que a energia solar chega a 1TW e já é a segunda fonte. Acontece que o mundo dobrou capacidade de produção de energia solar fotovoltaica nos últimos três anos. A marca histórica foi ultrapassada há alguns dias e revela o avanço desta fonte renovável, que há 20 anos respondia pela produção de apenas 2 GW (gigawats). De 2002 a 2018 chegou a 500 GW.

O Estadão, por sua vez, informa que universidades dão aula extra para compensar pandemia. Alunos têm reforço e tutoria meses após volta ao ensino presencial.

Também elenca que pesquisadores suspeitam de elo entre hepatite misteriosa e covid. A doença, que atinge crianças e já é investigada inclusive no Brasil, não é ocasionada por nenhum dos vírus conhecidos da hepatite (A, B, C, D e E) e pode ter entre as suas causas uma relação ainda não esclarecida entre a covid-19 e um tipo de adenovírus.

O diário traz ainda que ministro direcionou emendas para comprar caminhão de lixo de amiga. Ciro Nogueira, da Casa Civil e filiado ao Progressistas, destinou R$ 240 mil para a compra de um caminhão de lixo fornecido pela empresa de uma amiga que frequenta o seu gabinete. Da liberação dos recursos até a aquisição do veículo, todas as etapas passaram pelas mãos de aliados do ministro.

A Folha de S.Paulo destaca que o governo compra trator com verba de amparo a pobres. Operação da Cidadania envolveu R$ 89,9 milhões; ex-ministro nega irregularidades.

Também elenca que a venda da Eletrobras vai limitar poder dos acionistas privados.

O jornalão traz ainda que o chefe do Executivo dobra número de viagens com perfil eleitoral.

mercados

Internacional

Conforme noticiado mais cedo pelo Euqueroinvestir.com, os mercados operam em alta nesta manhã de segunda-feira (23) com os investidores de olho no Fórum Econômico Mundial, que iniciou ontem em Davos (Suíça), e prossegue até o dia 26 de maio. Foram dois anos sem o evento por conta da pandemia do novo coronavírus.

O encontro reúne líderes políticos e empresariais de todo o mundo, e a cúpula deste ano ocorre após vários anos de pandemia de Covid-19 e em meio à invasão da Ucrânia pela Rússia, que deve figurar no topo da agenda.

Nos Estados Unidos (EUA), as taxas mais altas aumentam o risco de perdas futuras do Federal Reserve (Fed, espécie de banco central dos EUA). Segundo o Wall Street Journal, o aumento das taxas de juros pode levar a autoridade monetária a pagar mais juros do que ganha, criando uma dor de cabeça política.

Ainda de acordo com o jornalão, o aumento do risco de recessão cria um novo empecilho para o presidente Joe Biden. Isso porque as medidas do Fed para combater a inflação aumentam o risco de crescimento mais lento e até recessão – e complicam os esforços para destacar os pontos positivos da economia.

Também traz que pequenas empresas perdem confiança na economia dos EUA. Acontece que estas corporações estão dando sinais de alerta à medida que a inflação, os problemas na cadeia de suprimentos, a escassez de trabalhadores e o aumento das taxas de juros obscurecem as perspectivas para os empresários.

Do lado corporativo, na batalha pelos trabalhadores empresas chegam a construir até casas. Ao menos esta é uma iniciativa da Disney, do frigorífico JBS e outras companhias que estão lançando planos para adicionar moradias populares perto dos locais de trabalho e, assim, não apenas atrair, mas também reter talentos.

Na Ásia, os mercados da China são testados por saídas estrangeiras e uma moeda em queda, visto que uma retirada de capital estrangeiro e um yuan mais fraco lembram 2015, quando Pequim enfrentou um ciclo vicioso de saídas e desvalorização da moeda.