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Jornais | Musk e Bolsonaro se encontram hoje, e exportações da Rússia ao Brasil crescem

Jornais | Musk e Bolsonaro se encontram hoje, e exportações da Rússia ao Brasil crescem

O presidente Jair Bolsonaro e o megaempresário Elon Musk devem se encontrar hoje no interior de São Paulo. Esta é uma das manchetes desta sexta-feira.

O presidente Jair Bolsonaro e o megaempresário Elon Musk devem se encontrar hoje no interior de São Paulo, e as exportações da Rússia ao Brasil crescem. Estas são algumas das manchetes que permeiam o noticiário desta sexta-feira (20).

O Globo destaca, em relação ao presidente e Musk, que eles devem se reunir em Porto Feliz, interior paulista, por volta das 10 horas.

O jornalão carioca também elenca que Lira articula regra de ICMS que tira até R$ 100 bilhões de Estados. Projeto que limita cobrança de imposto sobre gasolina, diesel e energia tem o apoio do Planalto.

Também traz que o Fundo de Garantia por Tempo de Serviço (FGTS) poderá ser usado para comprar ações da Eletrobras.

Já o Valor Econômico informa que importações provenientes da Rússia crescem 89% no ano. Mesmo em guerra com a Ucrânia, o país foi o quinto que mais vendeu para o Brasil, foram R$ 2,4 bilhões no primeiro quadrimestre deste ano; a China mantém a liderança com folga nas vendas.

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Também traz que decreto sobre mercado de CO2 tem texto vago. Vontade de fazer algo não está muito bem expressa, de acordo com professor das UERJ, um dos maiores especialistas sobre o tema.

O Estadão, por sua vez, destaca que o Novo Refis em debate no Congresso deve excluir pessoas físicas. Câmara e Senado avaliam que o texto aprovado em 2021 pelos senadores era muito abrangente.

O periódico elenca, ainda, que a Organização das Nações Unidas (ONU) prevê mais fome após bloqueio russo a portos do Mar Negro.

Também traz que nova operação dispersa dependentes químicos na Cracolândia (SP).

A Folha de S.Paulo informa que suspeitos de garimpo ilegal movimentaram mais de R$ 200 milhões. Esquema em terra indígena yanomami seria chefiado por pré-candidato a deputado no partido de Bolsonaro, diz PF.

Também traz que campanha contra voto útil une rivais de Lula e Bolsonaro.

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Internacional

Conforme noticiado mais cedo pelo Euqueroinvestir.com, os mercados operam em terreno positivo nesta manhã de sexta-feira (20) com ministros de finanças e banqueiros centrais do grupo dos sete principais países industrializados reunidos em Bonn, na Alemanha.

Eles tratam dos esforços para apoiar a Ucrânia em meio ao conflito deflagrado pela vizinha Rússia, bem como dos desafios econômicos globais decorrentes do conflito.

O economista-chefe do Fundo Monetário Internacional (FMI), Pierre-Olivier Gourinchas, disse que os líderes antecipam que as interrupções relacionadas às cadeias de suprimentos diminuirão nos próximos meses, aliviando algumas das pressões globais sobre os preços.

À CNBC Gourinchas alertou, porém, que ainda há uma série de riscos para as perspectivas. “Os bloqueios na China podem levar a mais interrupções [na cadeia global de abastecimento]”.

De igual modo, a elevação dos preços de alimentos e energia também são fenômenos que precisam ser acompanhados e combatidos. “Esperamos que a inflação se modere no segundo semestre do ano e depois em 2023, mas podemos ter surpresas ruins”, declarou.

Nos Estados Unidos (EUA), as vendas de imóveis esfriam em meio a taxas mais altas e preços recordes. Acontece que as vendas de abril foram as mais lentas desde o início do boom da pandemia; o preço médio das casas existentes cresceu para US$ 391.200.

Já os pedidos contínuos de auxílio-desemprego caíram para 1,3 milhão na semana encerrada em 7 de maio, somando-se aos sinais de que o mercado de trabalho dos EUA permanece incomumente apertado.

Do lado do governo, Michael Barr, que é o escolhido do presidente Joe Biden para se tornar o regulador bancário mais influente do governo, disse aos senadores que apoia um plano para revisar como os bancos emprestam para comunidades de baixa renda.

A afirmação de Barr tem por pano de fundo o seguinte cenário: mais mutuários subprime estão perdendo pagamentos de empréstimos. Com o fim dos benefícios concedidos por conta da pandemia de coronavírus no país, consumidores com históricos de crédito limitados ou problemáticos estão ficando para trás nos pagamentos de empréstimos para carros, empréstimos pessoais e cartões de crédito.

O investidor também está atento à inflação global. Do outro lado do planeta, a elevação dos preços no Japão já atinge 2% pela primeira vez em 13 anos. Os preços ao consumidor no país mostram que essa escalada é um sinal de como os custos mais altos de energia e matérias-primas estão atingindo até as regiões mais resistentes à inflação.