O Índice de Preços ao Consumidor Semanal (IPC-S) fechou o último mês de agosto com alta de 0,53% em relação à última divulgação.
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O índice, agora, acumula alta de 1,58% em 2020 e de 2,77% nos últimos 12 meses, segundo relatório da Fundação Getúlio Vargas (FGV).
De acordo com o Instituto Brasileiro de Economia, três das oito despesas componentes do indicador registraram acréscimo em suas taxas de variação.
A maior contribuição partiu do grupo Educação, Leitura e Recreação (-0,47% para 0,05%). Nesta classe de despesa, cabe mencionar o comportamento do item passagem aérea, cuja taxa passou de -2,53% para 1,88%.
Outros índices de inflação que pesaram em agosto ficaram com os setores de alimentação (0,81%), transportes (0,80%), habitação (0,54%) e saúde e cuidados pessoais (0,53%).
Despesas diversas (0,50%), comunicação (0,18%) e educação, leitura e recreação (0,05%) complementam os setores com variações positivas no período.
Nestas classes de despesa, vale destacar o comportamento dos itens: óleos e gorduras (3,30% para 4,96%) e cigarros (0,51% para 1,06%).

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Setores em deflação segundo o IPC-S
O contraste ficou com Vestuário, que apresentou deflação de 0,45% entre 1 e 31 de agosto.
Além deste grupo, registraram queda no período Habitação (0,62% para 0,54%), Transportes (0,83% para 0,80%), Saúde e Cuidados Pessoais (0,55% para 0,53%) e Comunicação (0,27% para 0,18%) .
Nestas classes de despesa, de acordo com a FGV, vale citar os itens: tarifa de eletricidade residencial (1,42% para 1,05%), roupas (-0,32% para -0,60%), tarifa de ônibus interurbano (-0,55% para -1,25%), medicamentos em geral (0,46% para 0,35%) e mensalidade para TV por assinatura (0,74% para 0,48%).
A próxima apuração do IPC-S, com dados coletados até o feriado de 7 de setembro, será divulgada no dia 8, terça-feira da próxima semana.






