O Índice de Preços ao Consumidor (IPC-Fipe), indicador de inflação que mede a variação de preços na cidade de São Paulo, variou 0,25% em junho.
O resultado marca desaceleração de preços na comparação com junho, quando a leitura foi de 0,39%.
As quedas mais expressivas de preços foram observadas nos grupos vestuário (-0,86% para -1,80%) e educação (0,03% para -0,98%). Alimentação (0,69% para 0,63%), despesas pessoais (0,37% para -0,08%) e saúde (de 0,58% para 0,49%) também tiveram recuo.
Habitação (de 0,45% em junho para 0,47% em julho) e Transportes (de 0,34% para 0,53%) registraram aumento nos preços.
Com o avanço de julho, o IPC-Fipe passou a acumular inflação de 0,58% nos primeiros sete meses de 2020. No período de 12 meses até julho, o índice teve aumento de 2,73%.
Resultado da última quadrissemana de julho
O IPC-Fipe subiu de 0,22% para 0,25% na última semana de julho.
Na comparação com a última quadrissemana apurada, houve aumento nos preços de habitação (0,40% para 0,47%) e alimentação (0,18% para 0,63%).
Foram observadas quedas nos preços de transportes (0,59% para 0,53%), despesas pessoais (0,13% para -0,08%), saúde (0,66% para 0,49%), vestuário (-1,07%-1,07% para -1,80%) e Educação (-0,54% para -0,98%).
Entenda como é calculada a inflação em São Paulo
O índice de Preços ao Consumidor do Município de São Paulo (IPC-Fipe) é o mais tradicional indicador da evolução do custo de vida das famílias paulistanas. É também um dos mais antigos do Brasil.
Ele estima as variações do custo de vida das famílias com renda familiar entre 1 e 10 salários mínimos. E começou a ser calculado em janeiro de 1939.
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