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Índice da Confiança da Construção cresce 3,7 pontos em outubro, diz FGV

Índice da Confiança da Construção cresce 3,7 pontos em outubro, diz FGV

Os dados do Índice da Confiança da Construção apontam um avanço de 3,7 pontos em outubro, atingindo 95,2 pontos, o maior valor desde março de 2014.

O Índice de Confiança da Construção (ICST), da Fundação Getulio Vargas (FGV) foi divulgado nesta terça-feira (27). Os dados apontam um avanço de 3,7 pontos em outubro atingindo 95,2 pontos, o maior valor desde março de 2014 (96,3 pontos). Em médias móveis trimestrais, o ICST avançou pelo quarto mês consecutivo, variando 3,8 pontos em relação ao mês anterior.

Ana Maria Castelo, coordenadora de Projetos da Construção da FGV, afirma que o ambiente de negócios já é mais favorável. Conforme registrado nas pesquisas, a situação já está acima do patamar que estava antes do início do isolamento social.

“Enquanto o mercado imobiliário está sendo impulsionado pelas taxas de juros em níveis historicamente baixos, a infraestrutura se beneficia dos investimentos das prefeituras e das recentes mudanças regulatórias”, disse Castelo. “O impacto na atividade mal começou a se evidenciar no mercado de trabalho. Mas a percepção positiva dos empresários do segmento de Preparação de Terrenos sinaliza continuidade e fortalecimento desse movimento de recuperação”, observou.

Indicadores

Neste mês, o resultado positivo do ICST foi influenciado principalmente pela melhora da satisfação dos empresários sobre a situação corrente. O Índice de Situação Atual (ISA-CST) cresceu 5,1 pontos, para 91,5 pontos. Ademais, esse é o maior valor desde setembro de 2014 (92,3 pontos).

O indicador de carteira de contratos foi o que mais contribuiu para o resultado positivo do ISA. De acordo com a pesquisa, houve um avanço de 5,7 pontos para 90,2 pontos. Enquanto isso, o indicador de situação atual dos negócios subiu 4,5 pontos, para 92,9 pontos. Ambos os indicadores não ultrapassavam o nível de 90 pontos desde dezembro de 2014.

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As expectativas também continuam se recuperando e se aproximam do nível de neutralidade (100 pontos). O Índice de Expectativas (IE-CST) subiu 2,3 pontos, para 99,1 pontos. O valor é muito próximo ao de fevereiro, período pré-pandemia (99,0 pontos). 

Ainda mais, os indicadores de demanda prevista e tendência dos negócios avançaram 2,3 pontos e 2,2 pontos, para 99,1 pontos e 99,0 pontos respectivamente.

O Nível de Utilização da Capacidade (NUCI) aumentou 2,4 pontos percentuais (p.p.), para 74,5%. O resultado positivo é combinação da melhora do nível de atividade de Máquinas e Equipamentos, com aumento de 2,6 p.p., para 66,1% e de Mão de Obra, com crescimento de 2,3 p.p., para 75,9%.