O Indicador de Atividade Econômica da Fundação Getúlio Vargas (IAE-FGV) apontou, em sua 1ª prévia, uma retração recorde de 11,2% no 2º trimestre deste ano.
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A comparação dos números é com os resultados do 1º trimestre de 2020, que começaram a ter queda somente na segunda quinzena de março, por conta da pandemia de coronavírus.
De acordo com a FGV, embora a atividade econômica tenha crescido pelo segundo mês consecutivo em junho (alta de 0,7 %), a queda apresentada em abril segue determinante para a retração do trimestre.

2019 x 2020: FGV aponta queda recorde no período
De acordo com o levantamento divulgado nesta terça-feira pela FGV, 2º trimestre apresentou retração recorde também na comparação interanual.
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Os números mostram que o período registrou queda de 11,7%, quando comparado com o 2º trimestre de 2019.
O mês de junho teve um recuo de 9,4% nas atividades, o que representou uma melhora em relação a maio, quando a retração foi de 12,7%.
A taxa acumulada em 12 meses, segundo a FGV, é negativa: -2,2%, enquanto o acumulado no 1º semestre do ano chegou a -5,8%.

Como é formado o IAE?
O Indicador de Atividade Econômica da FGV, segundo a Fundação, “é um indicador que antecipa a tendência da economia brasileira a partir da divulgação de três versões com base na divulgação das principais pesquisas mensais de atividade divulgadas pelo IBGE”.
As informações para a configuração do índice são compiladas a partir dos seguintes boletins: Pesquisa Industrial Mensal – Produção Física (PIM-PF); Pesquisa Mensal de Comércio (PMC) e; Pesquisa Mensal de Serviços (PMS).






